sábado, 30 de abril de 2011

CÉLULAS MADRE

Temen por el futuro de las terapias con células madre
BBC Salud
Última actualización: Sábado, 30 de abril de 2011
El desarrollo de tratamientos con células madre embrionarias podría ser puesto en riesgo si se prohíben las patentes de este tipo de procedimientos en Europa, advierten científicos.
Una prohibición pondría en riesgo el desarrollo de terapias para enfermedades ahora incurables.
En una carta publicada en la revista Nature, investigadores de distintos países expresan su "profunda preocupación" por el próximo fallo del Tribunal de Justicia de la Unión Europea (UE) sobre si se debe permitir la protección con patentes de líneas de células madre embrionarias.
Según los científicos, una prohibición pondrá en riesgo a la naciente industria biocientífica que "promete revolucionar la medicina del siglo XXI".

La raíz del debate son los embriones de los cuales provienen las células madre.
El abogado general del Tribunal, juez Yves Bot, presentó un dictamen en el que declaró que era "inmoral patentar inventos basados en investigaciones que involucran la destrucción de embriones humanos".
Aunque el cuerpo no está obligado a apoyar los dictámenes, a menudo lo hace.
"Sin incentivos"
Las células madre embrionarias tienen el potencial de convertirse en cualquier tejido del organismo.
Muchos científicos se muestran muy entusiasmados ante la posibilidad de utilizarlas para crear células sanas que puedan reemplazar a tejidos enfermos.
Después de más de una década de investigación, en Estados Unidos -donde sí hay patentes- ya se están llevando a cabo ensayos clínicos con este tipo de terapias.
En la carta publicada en Nature, los científicos argumentan que la industria no tendría ningún incentivo para investigar en este campo a menos que sus innovaciones puedan ser protegidas con patentes.
Uno de los signatarios es el profesor Austin Smith, del Centro Wellcome Trust para Investigación de Células Madre en Cambridge, Inglaterra.
"Sería devastador que el tribunal apoye este dictamen. Sería poner en riesgo el futuro de la investigación biomédica en Europa, y algunos proyectos aquí colapsarían", afirma Prof. Austin Smith, Centro Wellcome Trust para Investigación de Células Madre.
"Esto también enviaría el mensaje de que los científicos estamos comprometidos en una actividad inmoral, así que sería muy negativo para nuestra comunidad y erosionaría la confianza pública en lo que hacemos", agrega.
El profesor Smith afirma que actualmente se cuenta con más de 100 líneas de células de madre embrionarias que pueden ser mantenidas de forma indefinida, de manera que los temores sobre una posible comercialización del embrión humano "son inapropiados".
Otro de los signatarios, el profesor Pete Coffey, director del Proyecto Londinense para Curar la Ceguera, afirma que hay "una necesidad ética de tratar las enfermedades" y, si se aplica la prohibición al patentamiento, Europa perderá su lugar como líder en este campo de investigación.
Patentes pasadas y futuras
El equipo del profesor Coffey espera poder llevar a cabo el próximo año los ensayos clínicos de un tratamiento con células madre para una forma de ceguera.
En EE.UU. se llevan a cabo ensayos con tratamientos de células madre.
El caso ante el tribunal europeo fue abierto por la organización ecologista Greenpeace, en Alemania.
Tal como señala uno de sus asesores, el doctor Christoph Then, Greenpeace no se opone a toda la investigación con células madre.
"No creemos que la opinión del abogado general sea muy clara".
"Nuestra propuesta original era para clarificar la ley de patentes, especialmente en lo referente al uso industrial de embriones", dice Then.
Se espera que los 13 jueces del Tribunal de Justicia de la UE consideren el razonamiento del juez Yves Bot en las próximas semanas y lleguen a un fallo en los próximos seis meses sobre si permitir o prohibir las patentes pasadas y futuras de la industria biocientífica.

Caminhar

Caminhar pode ajudar a prevenir demência
Dar um passo atrás do outro, com regularidade, sem pressa, é uma das melhores formas de manter o cérebro saudável na velhice, com sua plena capacidade cognitiva. Um estudo da Universidade de Pittsburgh, na Pensilvânia, nos Estados Unidos, publicado na “Neurology”, a revista on-line da Academia Americana de Neurologia, monitorou durante 13 anos 299 voluntários. A pesquisa provou que eles conseguiram evitar a perda da memória e se prevenir da demência com caminhadas regulares.
Os andarilhos, todos sem sinais de demência de acordo com testes neurológicos a que foram submetidos, tiveram suas caminhadas registradas e o cérebro monitorado em 1995. Outros testes foram feitos nove anos depois, em 2004, e mais uma vez em 2008, mostrando que aqueles que mais caminhavam tinham metade do risco de ter problemas de memória do que os que não se exercitavam.
De acordo com a pesquisa, andar cerca de 14,5 quilômetros por semana é o ideal para beneficiar o cérebro e deve ser esta a meta do “exercício neurológico”. Segundo os autores, o grupo que andou menos dez quilômetros por semana apresentou um maior encolhimento cerebral ligado à idade que o de pessoas que andavam mais que essa distância.
O cérebro encolhe na fase mais avançada da idade adulta, o que pode causar problemas de memória. Os resultados do nosso trabalho estimulam a realização de novas pesquisas para saber se exercício físico em pessoas mais velhas são uma medida eficaz contra demências, incluindo Alzheimer – disse Kirk Erickson, da Universidade de Pittsburgh e líder do estudo.
A doença de Alzheimer, a forma mais comum de demência, mata lentamente as células do cérebro, e atividades como caminhadas têm sido indicadas para aumentar o volume do cérebro.
FONTE

Exposição ao sol

Exposição ao sol pode prevenir comprometimentos cognitivos
“Tomar sol pode ajudar a proteger os neurônios” é o que diz a pesquisa publicada na Revista Mente e Cérebro.
Principalmente no verão, dermatologistas costumam alertar para o uso de protetor solar, o que evita câncer e envelhecimento precoce. Mas fugir do sol também traz consequências graves para o cérebro.
Pesquisadores descobriram que a ausência de vitamina D no organismo pode comprometer funções cognitivas. Embora seja mais conhecida por promover saúde dos ossos e regular os níveis de cálcio, a vitamina desativa enzimas cerebrais que participam da síntese de neurotransmissores e do crescimento neuronal. Com essas descobertas, pesquisadores esperam que no futuro a vitamina ajude no tratamento de pacientes com Alzheimer. “Sabemos que há receptores de vitamina D espalhados por todo o sistema nervoso central e hipocampo. Além disso, ela ativa e desativa as enzimas no cérebro e no fluido cerebrospinal envolvidas na síntese de neurotransmissores e no crescimento dos nervos”, explicou o pesquisador Robert J. Przybelski, da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin. Os estudos em animais e em laboratório sugerem que a substância pode proteger os neurônios e reduzir a inflamação.
Dois novos experimentos revelam mais novidades sobre o assunto. O primeiro, conduzido pelo neurocientista David Llewellyn, da Universidade de Cambridge, avaliou o índice da presença da vitamina em mais de 1.700 ingleses com mais de 65 anos. Os voluntários foram divididos em quatro grupos de acordo com os índices da substância encontrados no sangue: profundamente deficiente, deficiente, insuficiente e excelente; em seguida, foram testados quanto à função cognitiva. Os cientistas descobriram que, quanto mais baixos os níveis, maior o impacto negativo no desempenho na bateria de testes mentais. Se comparados a pessoas do grupo excelente, os que apresentavam valores mais baixos corriam mais risco de ter alguma deficiência mental.
O segundo estudo, conduzido por cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, concentrou-se nos níveis de vitamina D e no desempenho cognitivo de mais de 3.100 voluntários entre 40 e 79 anos em oito países europeus. As informações mostram que os participantes com níveis mais baixos demoraram mais tempo para processar informações. Essa correlação foi particularmente expressiva entre os homens com mais de 60 anos.“O fato de essa relação ter sido estabelecida em larga escala e em um estudo com seres humanos é muito importante, mas ainda há muito a ser estudado. Embora saibamos que o baixo grau da vitamina está associado ao comprometimento mental, não descobrimos se os altos reduziram a perda cognitiva”, salienta Przybelski. Pelo fato de o comprometimento cognitivo ser, em geral, precursor da demência e do Alzheimer, a vitamina D é tema em constante discussão entre os cientistas que tentam responder a essas questões. Przybelski, por exemplo, planeja um estudo sobre isso para verificar se afetará a incidência de Alzheimer em longo prazo. Então, quanto de vitamina D é suficiente?

Alguns especialistas dizem que de 15 a 30 minutos de exposição ao sol, de duas a três vezes por semana, seria o ideal para adultos saudáveis. É importante lembrar que fatores como a cor da pele, o local de residência e a área exposta ao sol afetarão o volume de vitamina D produzido por cada um.
Exposição ao sol pode prevenir comprometimentos cognitivos
Pouca vitamina D no organismo pode comprometer a função cognitiva
“Tomar sol pode ajudar a proteger os neurônios” é o que diz a pesquisa publicada na Revista Mente e Cérebro.
Principalmente no verão, dermatologistas costumam alertar para o uso de protetor solar, o que evita câncer e envelhecimento precoce. Mas fugir do sol também traz consequências graves para o cérebro.
Pesquisadores descobriram que a ausência de vitamina D no organismo pode comprometer funções cognitivas. Embora seja mais conhecida por promover saúde dos ossos e regular os níveis de cálcio, a vitamina desativa enzimas cerebrais que participam da síntese de neurotransmissores e do crescimento neuronal. Com essas descobertas, pesquisadores esperam que no futuro a vitamina ajude no tratamento de pacientes com Alzheimer. “Sabemos que há receptores de vitamina D espalhados por todo o sistema nervoso central e hipocampo. Além disso, ela ativa e desativa as enzimas no cérebro e no fluido cerebrospinal envolvidas na síntese de neurotransmissores e no crescimento dos nervos”, explicou o pesquisador Robert J. Przybelski, da Escola de Medicina e Saúde Pública da Universidade de Wisconsin. Os estudos em animais e em laboratório sugerem que a substância pode proteger os neurônios e reduzir a inflamação.
Dois novos experimentos revelam mais novidades sobre o assunto. O primeiro, conduzido pelo neurocientista David Llewellyn, da Universidade de Cambridge, avaliou o índice da presença da vitamina em mais de 1.700 ingleses com mais de 65 anos. Os voluntários foram divididos em quatro grupos de acordo com os índices da substância encontrados no sangue: profundamente deficiente, deficiente, insuficiente e excelente; em seguida, foram testados quanto à função cognitiva. Os cientistas descobriram que, quanto mais baixos os níveis, maior o impacto negativo no desempenho na bateria de testes mentais. Se comparados a pessoas do grupo excelente, os que apresentavam valores mais baixos corriam mais risco de ter alguma deficiência mental.
O segundo estudo, conduzido por cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, concentrou-se nos níveis de vitamina D e no desempenho cognitivo de mais de 3.100 voluntários entre 40 e 79 anos em oito países europeus. As informações mostram que os participantes com níveis mais baixos demoraram mais tempo para processar informações. Essa correlação foi particularmente expressiva entre os homens com mais de 60 anos.“O fato de essa relação ter sido estabelecida em larga escala e em um estudo com seres humanos é muito importante, mas ainda há muito a ser estudado. Embora saibamos que o baixo grau da vitamina está associado ao comprometimento mental, não descobrimos se os altos reduziram a perda cognitiva”, salienta Przybelski. Pelo fato de o comprometimento cognitivo ser, em geral, precursor da demência e do Alzheimer, a vitamina D é tema em constante discussão entre os cientistas que tentam responder a essas questões. Przybelski, por exemplo, planeja um estudo sobre isso para verificar se afetará a incidência de Alzheimer em longo prazo. Então, quanto de vitamina D é suficiente?
Alguns especialistas dizem que de 15 a 30 minutos de exposição ao sol, de duas a três vezes por semana, seria o ideal para adultos saudáveis. É importante lembrar que fatores como a cor da pele, o local de residência e a área exposta ao sol afetarão o volume de vitamina D produzido por cada um.
Pouca vitamina D no organismo pode comprometer a função cognitiva

quinta-feira, 28 de abril de 2011

EXERCÍCIOS E O CÂNCER

4 formas de se exercitar que ajudam pacientes com câncer
 Por Natasha Romanzoti em 28.04.2011
Ninguém duvida da importância de se exercitar. Segundo o Centro para Controle de Doença e Prevenção americano, os adultos devem fazer pelo menos 2,5 horas de atividade física moderada por semana e fortalecimento muscular pelo menos dois dias da semana.
As recomendações são as mesmas para pacientes com câncer, mas a forma como eles se exercitam pode ser diferente, dependendo do estágio da doença e do tratamento. A quimioterapia e a radioterapia são cumulativas, o que significa que quanto mais tratamentos o paciente faz, mais vai sentir cansaço.
Segundo especialistas, é ideal que os pacientes classifiquem a taxa de fadiga em uma escala de 0 (sem fadiga) a 4 (totalmente esgotado) antes de decidir fazer exercícios físicos. É importante ouvir o corpo. Quem está desgastado pode tirar um dia de folga, mas qualquer disposição é melhor que nada.
Como para qualquer pessoa, a ideia é exercitar quatro áreas da educação física: exercício aeróbico, treinamento de força, equilíbrio e alongamento. Se você é um paciente com câncer, confira como fazer:
1) Aeróbica
O exercício aeróbico aumenta o ritmo cardíaco, e inclui exercícios como andar de bicicleta e correr. Alternar exercícios cardiovasculares com exercícios de força pode aumentar a massa muscular, diminuir a gordura e aumentar o metabolismo do organismo. Segundo os médicos, é uma das melhores coisas para manter o peso corporal. Estar acima do peso é um fator de risco para o câncer, e manter um peso saudável pode reduzir o risco de desenvolvê-lo ou de câncer recorrente. A atividade física pode reduzir o risco de câncer de mama, por exemplo, por 20 a 80%, o risco de câncer endometrial em 20 a 40% e o risco de câncer de cólon em 30 a 40%.
Também pode ajudar as pessoas a se sentirem melhor quando passam por tratamentos de câncer, e estar em forma pode melhorar a recuperação após uma operação. No entanto, um paciente com câncer pode não ter energia suficiente para fazer 30 minutos de exercícios moderados ou vigorosos por dia. O paciente pode fazer 10 minutos de exercício três vezes por dia para obter o mesmo efeito. Os de caminhada são geralmente bem seguros depois de tratamento de câncer.
2) Força

O treinamento de força melhora o tônus muscular e combate a perda muscular que pode ocorrer com o envelhecimento. Pode ser feito com halteres, barras e máquinas de ginástica. Mas a densidade óssea e muscular para uma pessoa média é diferente da de um paciente com câncer. A quimioterapia pode causar às mulheres perda de densidade óssea em um ano que a média das mulheres perderiam em uma década. Até por isso o treinamento de força é tão importante: conforme os músculos se tornam mais densos, então eles vão colocar mais pressão sobre o osso. O treinamento com pesos não aumenta a densidade óssea, mas vai pelo menos ajudar a mantê-la. Os pacientes devem consultar um médico antes de fazer treinamento de peso.
3) Equilíbrio

Um bom senso de equilíbrio é vital para um treino sem escorregões ou tombos. Para alguns pacientes com câncer, as drogas podem prejudicar o equilíbrio. E para aqueles em tratamento quimioterápico com diminuição de massa óssea, qualquer queda pode quebrar um osso. Portanto, pacientes com câncer e sobreviventes devem fazer exercícios de equilíbrio como parte regular de sua rotina. Exercícios simples como caminhar por uma faixa estreita (colocando um pé na frente do outro, como se estivesse andando numa corda bamba) ou levantar e descer o calcanhar (em pé no lugar) podem melhorar o equilíbrio. Outros exercícios de equilíbrio são ficar apenas sobre uma perna, e pisar de lado colocando um pé na frente e, na volta, o outro, etc. Exercícios de equilíbrio são geralmente seguros de se fazer logo após o tratamento de câncer.
4) Alongamento
Para alguns tipos de câncer que necessitam de cirurgia, as pessoas podem sentir fraqueza em certas partes de seus corpos. Por exemplo, as sobreviventes de câncer de mama que se submeteram à mastectomia podem sentir fraqueza no ombro. Há exercícios especificamente para fortalecer o ombro; por exemplo, encarar uma parede e “caminhar” com os braços para cima para aumentar a amplitude do movimento. Porém, é preciso cuidado; os pacientes devem ir até o ponto de tensão, e não dor. Fazer alongamento nas áreas que passaram por cirurgia pode ajudar a recuperar a mobilidade delas, no entanto, pacientes com câncer devem consultar seus médicos antes de se submeterem a esse tipo de exercício.

CURAS

Curas divulgadas pela internet: verdade ou mentira?

Por Natasha Romanzoti em 28.04.2011
Na era da tecnologia, remédios caseiros ainda tem muito espaço. Hoje em dia, eles são apregoados em sites, blogs e fóruns online. Uma pesquisa descobriu que 61% dos adultos norte-americanos recorrem à internet para procurar ajuda para seus problemas de saúde.

Mas será que certas receitas (muitas vezes esquisitas) são mesmo eficazes? Pior: elas podem fazer mais mal do que bem? Confira essa lista, na qual médicos comentam o poder de “cura” das receitas mais populares da internet:
O boato: Iogurte pode parar uma infecção por fungos.
É verdade? Não.
As infecções por fungos e seus sintomas, como coceira vaginal intensa, são causados por um crescimento excessivo do fungo Candida. Como alguns estudos mostram que o iogurte pode promover o crescimento saudável das cepas de bactérias no estômago e intestino, as pessoas assumiram que também podia cuidar do Candida. E esse boato continua circulando, graças à internet. Nem tomá-lo, muito menos mergulhar um absorvente interno no iogurte e inseri-lo “lá” (receita sugerida em alguns sites) vai melhorar qualquer coisa. Na verdade, a segunda opção pode até causar infecções fúngicas, já que os açúcares do iogurte podem ajudar o fungo crescer. Se você tem certeza de que tem uma infecção por fungos, os médicos recomendam o uso de uma medicação como Monistat. Mas eles alertam: nem tudo que coça é fungo! Consulte um ginecologista se estiver em dúvida. A coceira pode ser vaginose bacteriana, por exemplo, que requer tratamento com antibióticos.
O boato: Erva-de-São-Cristóvão pode amenizar “calorões”.
É verdade? Sim.
Vulgarmente conhecida como erva-de-São-Cristóvão (Cimicifuga racemosa), esta erva é derivada de uma planta chamada Actaea racemosa. Alguns estudos sugerem que ela pode reduzir ondas de calor. De fato, a erva parece ter um efeito anti-inflamatório. É muitas vezes prescrita na Europa, e é um ingrediente-chave em um medicamento comum, o Remifemin, também disponível nos Estados Unidos. Embora nem todos os países tenham comprovado os benefícios da erva, os médicos dizem que não há mal em consumi-la; basta consultar seu médico sobre a primeira dose, e mantê-la durante 12 semanas.
O boato: Pílulas de cálcio acalmam cólicas de TPM.
É verdade? Sim.
Embora não haja provas científicas de que quem sofre de TPM tenha níveis mais baixos de cálcio no sangue, não é exagero pensar que o cálcio amenizaria as cólicas, dores de cabeça e inchaço que surgem nessa época do mês. De fato, pesquisas mostram que tomar 600 miligramas de cálcio duas vezes por dia pode reduzir os sintomas da TPM. E receber tais nutrientes na alimentação (como leite) pode manter as mulheres longe da TPM de vez. Um estudo recente afirmou que as mulheres que consumiram quatro porções diárias de leite desnatado ou com baixo teor de gordura reduziram seu risco de desenvolver TPM em 46%. Porém, algumas mulheres têm cólicas tão graves que somente medicamentos podem conter. Se o cálcio não adiantar, consulte um médico.
O boato: Óleo da árvore-do-chá pode acabar com espinhas.
É verdade? Talvez.
Um estudo dermatológico descobriu que a aplicação desse extrato em espinhas reduz a inflamação. O óleo da árvore-do-chá é antifúngico e antibacteriano, tão eficaz que muitos dos pacientes o preferem a outros medicamentos. Mas nem todos os especialistas gostam da ideia. Segundo alguns médicos, o óleo pode causar irritações cutâneas e até mesmo a formação de bolhas. Se não quiser usar o óleo, uma opção é lavar o rosto com cremes especiais para pele oleosa que contém ácido salicílico ou glicólico.
O boato: Vapor limpa congestões nasais e dores de cabeça de sinusite.
É verdade? Sim.
Este velho tratamento (elogiado em mais de 400.000 resultados do Google!) realmente funciona. Segundo médicos, a inalação do vapor limpa as passagens nasais, aliviando a pressão no nariz. Adicione algumas gotas de óleo de menta ou eucalipto para torná-lo mais potente. O cheiro mentolado provoca uma sensação de formigamento na membrana nasal, e isso tem um efeito descongestionante. Vick VapoRub também é recomendado. Outra alternativa natural é usar um pote neti (recipiente com cano para se ajustar a cavidade nasal) para irrigar as narinas com soro fisiológico, que também pode aliviar os sintomas de sinusite.
O boato: Sacos de chá preto fazem herpes desaparecem.
É verdade? Não.
A herpes normalmente desaparece sozinha depois de algumas semanas, mas quem quer esperar? As receitas on-line para essas malditas bolhas vão do absurdo (como cera de ouvido) até o menos bobo, como a colocação de um saco de chá preto úmido sobre a ferida. Folhas de chá preto têm taninos, compostos que podem inibir o crescimento de vírus e bactérias, mas nenhum estudo verificou se isso realmente dá certo. Os sacos de chá também podem ter um efeito anti-inflamatório. Mas a sua melhor aposta para reduzir o tempo de cura da herpes são cremes como Abreva ou medicamentos como Valtrex. Para evitar que elas apareçam, fique longe do sol e use um bom protetor solar em torno dos lábios.
O boato: Beber suco de oxicoco (cranberry) impede infecções urinárias.
É verdade? Sim.
Por incrível que pareça, nem tudo que está na internet é besteira. Grandes instituições médicas concordam que beber suco de oxicoco (ou uva-do-monte) pode ser eficaz no tratamento de infecções do trato urinário (ITUs). As bagas da fruta contêm proantocianidinas, que impedem que a bactéria E. coli se associe à parede da bexiga, causando uma infecção. Se você é propenso a infecções do trato urinário, beba de 1 a 2 copos de suco de oxicoco por dia para ajudar a preveni-las. Também funciona quando você já está com sintomas (como uma necessidade constante de fazer xixi ou uma sensação de queimação quando urina), pois acelera a recuperação. Atenha-se a um suco que seja pelo menos 20% feito de puro oxicoco, ou experimente suplementos, até seis comprimidos de 400 miligramas duas vezes por dia uma hora antes ou duas horas após uma refeição. Se os sintomas não melhorarem dentro de 24 a 48 horas, consulte um médico, especialmente se você tiver febre ou calafrios, o que pode indicar algo mais sério. Outra boa notícia: há também evidências de que fazer xixi logo após o sexo pode ajudar a prevenir infecções do trato urinário por “descartar” bactérias

Infartos matutinos

Infartos matutinos, los más gravesUn infarto de miocardio ocurre cuando se bloquean los vasos sanguíneos que irrigan al corazón lo cual impide que llegue oxígeno suficiente a ese órgano.
Los que sufren infartos matutinos parecen quedar más lesionados.La consecuencia son daños permanentes o muerte del tejido cardíaco."Independientemente del momento del día, entre más rápido se trate a alguien que está padeciendo un infarto, menor el daño que sufrirá. Por eso es esencial que cualquier persona que experimente síntomas de un infarto de miocardio llame a los servicios de emergencia de inmediato"
La investigación, llevada a cabo con más de 800 pacientes del Hospital Clínico San Carlos, en Madrid, descubrió que los infartos que ocurren entre las 6.00 am y el mediodía parecen producir la muerte de un área 20% mayor de tejido cardíaco, que los ocurridos a cualquier otra hora.
Los expertos creen que los ciclos naturales del organismo de vigilia y sueño podrían explicar estas diferencias, pero es necesario llevar a cabo más estudios para confirmarlo.
La investigación, publicada en la revista Heart , indica queestudios pasados han demostrado que el reloj biológico de un individuo tiene una influencia en varios procesos metabólicos y fisiológicos, incluidos los cardiovasculares, que están vinculados a la incidencia de ataques cardíacos.
Reloj biológico
Judy O'Sullivan
Estos eventos suelen ocurrir cerca de la hora en que una persona despierta.
Pero hasta ahora se desconocía cuál era el impacto del momento del infarto en las lesiones que causaba en el corazón.
Para investigarlo, el doctor Borja Ibañez y su equipo analizaron datos de 811 pacientes de su hospital que habían sufrido un tipo de ataque llamado infarto de miocardio con elevación del ST, que ocurre después de un período prolongado de oclusión del abastecimiento sanguíneo al músculo cardíaco.
El doctor Ibáñez dividió a los pacientes en cuatro grupos basados en el segmento de seis horas de un ciclo de 24 horas en que había ocurrido el evento.
Descubrió que un grupo en particular, el del segmento de las 0600 am al mediodía, había sufrido los infartos más severos.
Este grupo matutino, explica el investigador, tenía niveles mucho más altos (21%) de una enzima en la sangre -que es un marcador del tejido cardíaco muerto- que los pacientes cuyos infartos ocurrieron en la noche (entre las 1800 y las 2400).
El estudio analizó a 811 pacientes en España.
Los investigadores también descubrieron que los pacientes cuyo infarto con elevación del ST ocurrió en la pared anterior del corazón quedaron con una mayor área lesionada que aquéllos cuyos infartos ocurrieron en otras zonas del músculo.
Los científicos creen que estos resultados, si se confirman, podría conducir en el futuro a mejorar la forma como se diagnostican y tratan estos eventos cardíacos.
Pero tal como señala Judy O'Sullivan, experta de la Fundación Británica del Corazón, hasta ahora, la mejor forma de prevenir daños severos, e incluso la muerte, cuando ocurre un infarto es el tratamiento de emergencia del paciente.
"Independientemente del momento del día, entre más rápido se trate a alguien que está padeciendo un infarto, menor el daño que sufrirá. Por eso es esencial que cualquier persona que experimente síntomas de un infarto de miocardio llame a los servicios de emergencia de inmediato", señala la experta.
BBC Salud
Las personas que sufren un infarto en la mañana tienen más riesgo de quedar seriamente lesionadas que quienes lo sufren a cualquier otra hora del día o la noche.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

France Telecom

Funcionário da France Telecom se suicida ateando fogo ao próprio corpo
Daniela Fernandes
De Paris para a BBC Brasil
Um funcionário de 57 anos da France Telecom se suicidou nesta terça-feira ateando fogo ao próprio corpo no estacionamento de uma unidade da empresa na cidade de Mérignac, nos arredores de Bordeaux, no sudoeste do país.
A morte aumenta a já longa lista de casos de funcionários da companhia que se mataram nos últimos anos. Houve 32 suicídios entre 2008 e 2009 e pelo menos 25 no ano passado, segundo sindicatos.
Uma equipe de socorro, que chegou ao local por volta das 8 horas da manhã, no horário local (3 horas em Brasília), apenas constatou o falecimento do empregado.
Representantes do sindicato CGT, de trabalhadores da empresa, disseram o suicídio estaria ligado às condições de trabalho do funcionário.
Empregado na France Telecom há 30 anos, ele não teria suportado as mudanças frequentes de locais de trabalho, ocorridas nos últimos tempos, afirmam sindicalistas.
"Essas transferências impostas o levaram a vender sua casa. Ele havia escrito várias vezes à direção, mas não obteve resposta", diz François Deschamps, representante dos sindicatos CFE-CGC-Unsa da região sudoeste da França.
O funcionário trabalhava no setor de prevenção de acidentes em um centro de atendimento telefônico voltado aos clientes empresariais.
Onda de suicídios
A direção da France Telecom estabeleceu em 2006 um plano que previa a demissão de 22 mil pessoas em três anos, a reestruturação da empresa e também a transferência obrigatória de funcionários para outros cargos e áreas geográficas.
Esse plano, contestado pelos empregados, foi estabelecido pouco após a privatização da empresa, em 2004, mais de um século após sua nacionalização.
A onda de suicídios levou a direção da empresa a anunciar, em setembro passado, medidas para tentar melhorar as condições de trabalho.
Para sindicalistas, as iniciativas recentes da direção não são, no entanto, suficientes. E esse novo suicídio poderia indicar o fracasso das novas medidas.
A empresa havia anunciado, por exemplo, que as transferências de empregados para outras localidades deveriam ocorrer apenas se o trabalhador se candidatasse à mudança.
"A falta de mão-de-obra e objetivos inatingíveis de desempenho continuam exercendo pressões sobre os empregados", diz o sindicato CGT em um comunicado.
A direção do grupo declarou estar "transtornada com o suicídio do funcionário da agência de Bordeaux".
A France Telecom é o foco de uma onda de suicídios

Tornados deixam rastro de destruição nos EUA

Tornados deixam rastro de destruição nos EUA
Atualizado em 27 de abril, 2011 - 16:26 (Brasília) 19:26 GMT

Mais de 400 tornados atingiram o centro dos Estados Unidos em abril

Os tornados e tempestades já deixaram pelo menos dez mortos na região central dos Estados Unidos.
Os fortes ventos vem causando destruição em diversas cidades do centro e sul do país. Somente no mês de abril, mais de 400 tornados já atingiram a região.
Em algumas regiões, os tornados estão sendo acompanhados por chuvas torrenciais e alagamentos.
Um alerta de alto risco foi divulgado para os Estados de Tenessee, Arkansas e Texas. Em Missouri, as barragens estão perto do ponto de saturação após fortes chuvas.
Há previsões de que novas tempestades podem acontecer nos próximos dias.
FONTE

Cultivos transgénicos - Efectos en la salud

Cultivos transgénicos - Efectos en la salud

En la actualidad existe un conjunto de evidencias científicas publicadas y certificadas por expertos, sobre estudios con animales llevados a cabo en muchos países, por distintas entidades (gobiernos, organizaciones científicas independientes y empresas) que demuestran que los transgénicos causan una amplia gama de graves e inesperados impactos en la salud. Adicionalmente, empiezan a surgir pruebas de que si los animales son alimentados con cultivos transgénicos, pequeñas cantidades de substancia genéticamente modificada aparece en los productos derivados de la carne y los lácteos, lo cual no se había identificado previamente.
Una de las principales preocupaciones sobre los cultivos transgénicos es si éstos van a tener efectos negativos para la salud. Esta preocupación fue en un inicio meramente teórica. Sin embargo, en los últimos años ha surgido importante evidencia científica que ha desarrollado sustancialmente nuestra comprensión y demuestra que la ingeniería genética presenta riesgos reales para la salud. En la actualidad existe un conjunto de evidencias científicas publicadas y certificadas por expertos, sobre estudios con animales llevados a cabo en muchos países, por distintas entidades (gobiernos, organizaciones científicas independientes y empresas) que demuestran que los transgénicos causan una amplia gama de graves e inesperados impactos en la salud. Adicionalmente, empiezan a surgir pruebas de que si los animales son alimentados con cultivos transgénicos, pequeñas cantidades de substancia genéticamente modificada aparece en los productos derivados de la carne y los lácteos, lo cual no se había identificado previamente.
Ambas cuestiones plantean graves preocupaciones para la salud humana y animal sobre el uso de transgénicos en los alimentos, así como profundas preocupaciones éticas sobre el hecho de que los alimentos procedentes de animales alimentados con transgénicos siguen sin ser etiquetados. Los resultados plantean además serias dudas sobre la fiabilidad de la evaluación europea sobre la seguridad y sobre los procedimientos de asesoramiento. Con esta evidencia, la Soil Association considera que los cultivos transgénicos no son seguros y no deben ser utilizados para la alimentación.
La leche, los huevos y la carne de animales alimentados con transgénicos ¿contienen sustancias genéticamente modificadas?
Introducción
A menudo, los defensores de los cultivos transgénicos sugieren que no debe haber preocupación por este tema, ya que la substancia transgénica se degrada durante su transformación en alimento y durante la digestión. (Por ejemplo, hay secreciones importante de nucleasas, enzimas que descomponen el ADN, a lo largo del intestino). Hasta hace un par de años, ninguno de los estudios publicados había detectado ADN genéticamente modificado en la leche, los huevos o la carne de animales alimentados con transgénicos.
Sin embargo, varios de estos estudios encontraron que el ADN del cloroplasto de plantas que se usa como alimento para animales está presente en la leche, los huevos y la carne. Este ADN de la planta no es el ADN nuclear, el ADN contenido en los núcleos de las células que es donde los nuevos genes ("transgenes") se insertan generalmente para hacer los cultivos transgénicos. Es el ADN que se encuentra en los cloroplastos, los "orgánulos" la planta que hacen la fotosíntesis y que están presentes en grandes cantidades en las células vegetales. El ADN del cloroplasto es mucho más abundante que el ADN nuclear, ya que cada célula de la planta puede tener miles de copias de genes de los cloroplastos, pero sólo dos o cuatro copias de cada gen nuclear. Por lo tanto, se piensa que el ADN vegetal del cloroplasto es más perceptible en los productos animales que el ADN nuclear, simplemente por su mayor abundancia, no porque sea menos susceptible a la degradación durante el procesamiento o la digestión.
De hecho, es probable que muchos estudios hayan fallado en detectar el ADN genéticamente modificado, ("transgénico"), en los productos animales y los tejidos debido al nivel comparativamente bajo de su presencia y a las limitaciones en la sensibilidad de los métodos analíticos que se utilizan, y no porque el ADN transgénico no llegue a los productos y tejidos de origen animal.
Desde finales de 2005, sin embargo, tres estudios publicados por tres equipos científicos diferentes y un estudio inédito, han detectado ADN vegetal transgénico en los tejidos y la leche animal.
Un equipo canadiense alimentó a cerdos y ovinos con colza (o canola) oleaginosa Roundup Ready y luego examinó diversos tejidos de animales. Los científicos encontraron que el hígado, el riñón y los tejidos intestinales de los cerdos y las ovejas contenían fracciones de los transgenes. En otro estudio, científicos italianos alimentaron a lechones durante 35 días con maíz transgénico de Monsanto (MON 810). Posteriormente, encontraron fragmentos de un transgén en la sangre, el hígado, el bazo y el riñón de los animales.
Otro equipo de investigadores italianos, de la Universidad de Catania, detectó secuencias de soja genéticamente modificada y secuencias transgénicas en leche comprada en tienda, en Italia. Un estudio inédito, realizado en el año 2000 en la Universidad de Weihenstephan en Alemania, también detectó substancias genéticamente modificadas (de soja y maíz transgénicos) en la leche de vacas que habían sido alimentados con grandes cantidades de plantas transgénicas. Los resultados del estudio fueron publicados por Greenpeace en 2004. El investigador ha sugerido que el ADN puede haber sido consecuencia de la contaminación de la leche por el polvo del forraje transgénico en los productos lácteos. Si bien esto no está probado, apunta a una posible fuente común de contaminación con el uso de pasto transgénico y no cambia, ni socava el hecho de que el investigador encontró ADN genéticamente modificado la leche.
La Soil Association también decidió investigar este problema. Pedimos a los agricultores en cuyo forraje se habían encontrado altos niveles de soja transgénica, si podían proporcionar muestras de su leche o huevos para realizar análisis que detecten la presencia de proteínas o ADN genéticamente modificados. Dos productores de leche y un productor de huevos acordaron proporcionar muestras. Cada agricultor proporcionó dos muestras de leche (de dos vacas diferentes) o dos muestras de huevos, así como una muestra de forraje para volver a comprobar el nivel de soja transgénica.
Todas las muestras fueron analizadas por Genetic ID en Alemania. Se encontró que la soja en las tres muestras de forraje era 100% transgénica. Sin embargo, nuestras pruebas no detectaron ningún ADN o proteína, modificados genéticamente en ninguna de las muestras de leche o de huevos. En varias de las muestras de leche, se detectó ADN vegetal, incluyendo ADN de soja, lo que indica la posibilidad de que un nivel muy bajo de ADN genéticamente modificado no haya sido detectado. Posteriormente, cuando supimos de la investigación italiana, que había detectado ADN genéticamente modificado en leche de tienda, llevamos a cabo una investigación similar, pero a menor escala. Las muestras de leche fueron recolectadas en 10 supermercados líderes o cadenas de tiendas de esquina. Todas las muestras fueron analizadas utilizando la misma técnica aplicada por los científicos de Catania, así como por un método propio de la casa. Una vez más, no encontramos ADN o proteína modificados, pero varias muestras contenían restos de ADN vegetal, incluyendo ADN de soja.
En conclusión, basados en el hecho de que el ADN del cloroplasto de cultivos, se encuentra comúnmente en la leche, los huevos y los tejidos animales, y que cuatro equipos de investigación han detectado ADN de cultivos transgénicos en la leche, la sangre, el hígado, los riñones y los tejidos intestinales de animales alimentados con transgénicos, concluimos que es probable que las personas se estén frecuentemente expuestas a ADN genéticamente modificado mediante el consumo de leche y carne de animales alimentados con transgénicos, aunque a niveles muy bajos. Es necesario por lo tanto una investigación adicional sobre este tema.
FUENTE

Fuego celestial en primavera

Fuego celestial en primavera
Lun, 25 Abr 2011 12:10 CDTJavier Neira
                                                   laopinioncoruna.es © Desconocido
Fuego celestial en primavera la opiniónLa primavera altera hasta la actividad de los meteoritos. Los científicos no han sido capaces aún de dar con la explicación de que en esta estación del año, los avistamientos desde la Tierra de bolas de fuego se incrementen hasta en un 30%, a pesar de que saben de este fenómeno desde hace más de 30 años. El científico de la Oficina de Meteoritos de la NASA Bill Cooke ve clave la observación de estas bolas para descubrir su origen, aunque, señala, "podría requerir varios años de recolectar datos hasta una cantidad suficiente"
"La primavera es la temporada de las bolas de fuego", según Bill Cooke, científico de la Oficina de Meteoritos de la NASA, ya que, "por razones que aún no se conocen plenamente, la tasa de meteoritos brillantes, conocidos como bolas de fuego, aumenta considerablemente" durante la estación.
A lo largo del año, si alguien permanece toda la noche observando el espacio podrá ver alrededor de diez bolas de fuego, siempre fugaces. Se trata de meteoritos con un alto brillo que supera incluso al del planeta Venus. El bombardeo corre paralelamente al avance de la Tierra por zonas del espacio en las que hay concentraciones significativas de rocas y objetos siderales menores.
Hasta ahí, nada extraño. Pero resulta que las bolas de fuego son más abundantes durante la primavera. La tasa, por noche, se incrementa misteriosamente hasta un 30%. "Sabemos de este fenómeno desde hace más de 30 años", dice Cooke "y no son sólo las bolas de fuego las que se ven afectadas, sino también las caídas de meteoritos que alcanzan el suelo".
Los investigadores nunca han logrado encontrar una explicación satisfactoria para la cantidad adicional de bolas de fuego propia de la primavera. Cuanto más analizan la cuestión, más extraña se vuelve.
En términos generales y para los impactos de grandes objetos, la estadística indica que una vez cada unos pocos cientos de años la Tierra es alcanzada por un objeto de unos 70 metros de diámetro; cada diez mil años, por un objeto de unos 200 metros, y cada millón de años se produce el impacto de un cuerpo de más de dos kilómetros de diámetro. Por último, cada cien millones de años tiene lugar una catástrofe como la que sucedió en el límite Cretácico-Terciario, cuando se produjo el choque de un cuerpo de unos diez kilómetros de diámetro contra nuestro planeta.
En el caso de las bolas de fuego, mucho más pequeñas y muchísimo más frecuentes, para explicar el incremento de primavera hay que considerar que existe un punto en el firmamento que se conoce como el ápice de la órbita de la Tierra. Marca la dirección en la que se desplaza el planeta. A medida que la Tierra gira en torno al Sol, el ápice describe un círculo en el cielo y realiza una vuelta completa cada año. Del ápice se supone que provienen los meteoritos de origen aleatorio.
Cada otoño, el ápice alcanza su punto más elevado en el cielo nocturno. Durante ese tiempo, se observa una abundante cantidad de meteoritos esporádicos de brillo común; en algunas ocasiones, varias decenas por noche. Es la temporada de "los meteoritos esporádicos", explica Cooke, "entonces, ¿por qué las bolas de fuego esporádicas son más comunes en primavera? Ese es el misterio".
Peter Brown, investigador de la Universidad canadiense de Ontario, cree que "puede existir una variación propia en la población de meteoritos a lo largo de la órbita de la Tierra, con una cantidad máxima de escombros grandes que producen bolas de fuego en el entorno de la primavera. Probablemente, no sabremos la respuesta hasta que aprendamos más sobre las órbitas".
Para resolver el misterio, Cooke está instalando una red de cámaras fotográficas inteligentes destinadas a detectar meteoritos alrededor de Estados Unidos. Se trata de fotografiar las bolas de fuego y de triangular sus órbitas. Para eso se están buscando sitios adecuados donde instalar las cámaras y, asimismo, se está animando a los profesores de Estados Unidos a participar con sus alumnos en las detecciones. Las observaciones en red de las bolas de fuego de primavera podrían ser la clave para descubrir su verdadero origen. De todos modos, la caza efectiva "podría requerir varios años de recolectar datos hasta una cantidad suficiente", indica Cooke.
En todo caso, hay que distinguir entre las observaciones de meteoritos cruzando la atmósfera en la noche y el hallazgo de esas piedras en el suelo. Se calcula que alrededor de 500 meteoritos mayores de medio kilogramo caen sobre la Tierra cada año, aunque solamente 4 de ellos son encontrados en el suelo. El último observado y, al tiempo, recogido en España se produjo en Reliegos, León, el 28 de diciembre de 1947.

triple conjugación de planetas

Afirman que se observará una triple conjugación de planetas
El investigador del Instituto Tecnológico de Mérida (ITM), Eddie Ariel Salazar Gamboa, informó que el próximo 11 de mayo se podrá observar una triple conjunción de planetas, en lo que estarán involucrados Mercurio, Venus y Júpiter.
© informador.com.mx
El próximo 11 mayo, abundó, podremos observar lo que se conoce como una 'flor celestial', alineación de poco más de una hora que se podrá apreciar la madrugada de ese día, ello en la constelación de Piscis.
Será el próximo día 11, a las 5:17 horas cuando se apreciará en el noreste una triple conjunción planetaria, un inusual espectáculo astronómico, ya que un fenómeno similar es pocas veces visto, el cual se prolongará hasta las 6:22 horas cuando salga el Sol.
En el caso de Marte, añadió, los encontraremos ubicado en Aries y aunque no formará parte de este acontecimiento en forma directa, dada su cercanía con los demás planetas y su brillantez pareciera que se suma a este singular fenómeno. El primer planeta que aparecerá es Júpiter, en punto de las 5:00 horas, seguido de Venus, a las 5:01, y Mercurio, a las 5:05 horas, los cuales estarán una línea recta, en tanto, un poco alejados de ellos en punto de las 5:16 estará Marte.
Para los estudiosos, la distancia entre Mercurio será de 1.93 grados de arco de Venus, y de la llamada Estrella del Amanecer estará 0.63 grados de arco de Júpiter; mientras que Marte se ubicará a 7:33 grados de arco con respecto a Venus, y 7.35 grados de Júpiter.
Para poder apreciar el fenómeno ese día, la Luna no representará problema, ya que se ocultará a la 1:00 A.M. y en el caso de Saturno, en ese momento estará oculto. Por último, el especialista recordó que este tipo de fenómenos para las diversas culturas prehispánicas como la maya, los planetas eran dioses, guías espirituales y la pieza clave del conocimiento de los sacerdotes astrónomos.
FUENTE 1
FUENTE 2
El primer planeta que aparecerá es Júpiter, a las 5:00 horas en punto.El astrónomo yucateco, descubridor de uno de los fenómenos de luz y sombra en Chichén Itzá, detalló que a esta triple conjunción planetaria se sumará Marte, por lo que se podrán ver relativamente alineados.

MORTADELA INFECTADA COM BOTULISMO

Descartada falha na produção da mortadela no "caso botulismo"
Geral
27/04/2011
08h59min
Ministério da Agricultura garante que não foi localizada falha técnica durante o processo
Após investigar o frigorífico produtor da mortadela da marca Pena Branca, cujo lote com data de fabricação em 17 de fevereiro foi infectado por botulismo, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento descartou que a contaminação tenha ocorrido na linha de produção.
Segundo Luiz Carlos de Oliveira, diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, não foi localizada nenhuma falha técnica durante o processo.
— Definitivamente, não aconteceu na empresa. Foram analisados também os lotes anteriores e posteriores do produto e nada foi encontrado —, explica.
— Se a contaminação tivesse acontecido na linha de produção, o número de casos e de mortadelas contaminadas seria muito maior —, justifica.
Ainda de acordo com o diretor, a Seara poderá retomar a linha de produção caso a nova inspeção, que deve ser concluída hoje pelo Ministério da Agricultura do Rio Grande do Sul, onde está localizado o frigorífero, não encontre nenhuma irregularidade. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, a linha de produção da mortadela com toucinho continua suspensa conforme determinação do Ministério.
Após confirmados seis casos de botulismo em Santa Catarina – registrados em Araquari e Guaramirim –, a PenaSul, fabricante gaúcha do lote de mortadela da marca Pena Branca, foi notificada pela Vigilância Sanitária de SC.
Procurado para comentar o caso, o secretário de Estado da Saúde, Dalmo Claro de Oliveira, afirmou desconhecer o parecer do Ministério.
— A Secretaria não recebeu comunicado com o laudo conclusivo das investigações —, disse o diretor da Vigilância Epidemiológica do Estado, Luis Antonio da Silva.

terça-feira, 26 de abril de 2011

ansiedad

Hallan compuesto que provoca la ansiedad
BBC Salud
Una proteína en el cerebro es la responsable de desencadenar la respuesta del ser humano a los eventos altamente estresantes y traumáticos.
Ésa es la conclusión de un estudio llevado a cabo por neurocientíficos de la Universidad de Leicester, Inglaterra.
La neuropsina se encarga de desatar la respuesta del cerebro a eventos traumáticos.
Según los investigadores, el hallazgo es "clave" en el entendimiento de las señales químicas cerebrales que provocan los trastornos de ansiedad y podría conducir a nuevos tratamientos o herramientas de prevención para enfermedades como la depresión y el trastorno de estrés postraumático.
Los científicos, que publican su estudio en la revista Nature, identificaron una proteína, llamada neuropsina, que se encuentra en la amígdala, la región cerebral responsable de las respuestas de miedo y ansiedad.
Tal como explica el doctor Robert Pawlak, quien dirigió el estudio, descubrieron que la amígdala, que los científicos llaman el centro emocional del cerebro, reacciona al estrés incrementando la producción de esta proteína.
Y este incremento provoca una serie de eventos químicos en el cerebro que a su vez conducen a que la amígdala aumente su actividad.
Como consecuencia, explica el investigador, se activa un gen que determina la respuesta de estrés a nivel celular.
Compuesto clave
Los investigadores llevaron a cabo una serie de estudios con ratones para observar cuál era el efecto de esta serie de eventos celulares en la conducta de los animales.
"Cuando los ratones se sentían estresados en un laberinto intentaban mantenerse lejos de las zonas donde se sentían más inseguros" explica el doctor Pawlak.
Las áreas que evitaban si se sentían ansiosos eran los espacios abiertos e iluminados del laberinto.
"Sin embargo, cuando bloqueamos la proteína (neuropsina) que produce la amígdala los ratones no mostraron estas mismas conductas".
"Concluimos que la actividad de la neuropsina podría determinar la vulnerabilidad al estrés" agrega el científico.
Aunque todavía serán necesarias más investigaciones para trasladar estos resultados a la clínica, el hallazgo presenta nuevas posibilidades para la prevención y tratamiento de trastornos psiquiátricos relacionados al estrés como la depresión y el trastorno de estrés postraumático" Dr. Robert Pawlak
Aunque la neuropsina fue descubierta anteriormente por el profesor Sadao Shosaka, quien también participó en la investigación, es la primera vez que se logra determinar su función en la amígdala.
Como la neuropsina está presente también en el cerebro humano, los científicos creen que el hallazgo podría conducir en el futuro a alguna forma de tratamiento o estrategia de prevención para controlar los trastornos de ansiedad y estrés provocados por eventos traumáticos.
"Estamos totalmente emocionados con este hallazgo" afirma el doctor Pawlak.
"Aunque todavía serán necesarias más investigaciones para trasladar estos resultados a la clínica, el hallazgo presenta nuevas posibilidades para la prevención y tratamiento de trastornos psiquiátricos relacionados al estrés como la depresión y el trastorno de estrés postraumático" agrega.
Según los investigadores, cerca de 20% de la población experimenta alguna forma de trastorno de ansiedad al menos una vez en su vida y se calcula que la prevalencia a lo largo de la vida de estas enfermedades en mayor de 30%.
Por eso, tal como señala el doctor Benjamin Attwood, otro de los autores del estudio, "es urgente encontrar estrategias para ayudar a la gente que vive con las perjudiciales consecuencias de las experiencias traumáticas".

Chernobil

“O mundo não aprendeu nada com Chernobil”
Data de publicação : 26 Abril 2011 - 1:06pm
Por Thijs Papôt
Os sinais da catástrofe com a usina nuclear na cidade ucraniana de Chernobil ainda permanecerão por séculos. Mas apesar do trauma coletivo na região afetada, as opiniões sobre o uso de energia nuclear ainda se dividem.
Na manhã de 26 de abril de 1986, um experimento mau-sucedido com o sistema de resfriamento mudaria o destino dos moradores de Chernobil, na fronteira com a Bielorrússia. O reator número quatro do complexo nuclear – que naquele momento era símbolo da tecnologia soviética e orgulho socialista – derreteu, explodiu e durante dias lançou grande quantidade de material radioativo na atmosfera.
“Chuva nuclear”
As autoridades soviéticas foram lacônicas. Os primeiros alertas de índices elevados de radiação vieram de pesquisadores suecos. A notícia espalhou-se rapidamente pela Europa. Mas enquanto na Holanda as vacas foram confinadas e o espinafre foi tirado do mercado, o desfile de 1º de maio na Ucrânia foi realizado com a mesma pompa de sempre, como conta Tamara Smirnova, que morava nas proximidades de Chernobil na época do acidente.
“1º de maio era o Dia do Trabalhador e havia desfiles especiais em cada cidade. As pessoas andavam normalmente pelas ruas, enquanto a chuva nuclear caía sobre nós. Depois de uma semana começaram a distribuir iodo. Mais tarde, nos demos conta do perigo, mas justamente na primeira semana as crianças ainda brincavam ao ar livre.”
A morte no ar
Gradualmente, foi-se compreendendo a dimensão do desastre e surgiu o pânico. Moradores foram evacuados. Aos 30 anos e com um filho recém-nascido, Tamara considerou ir para outra região da União Soviética. “Em toda parte havia morte no ar”, comenta, falando sobre o perigo invisível. “Aprendi o que é realmente ter medo.”
As opiniões variam sobre as exatas consequências do desastre nuclear em Chernobil. Embora o número oficial de mortos continue em 50, o número de crianças com câncer de tireóide na área ao redor de Chernobil é enorme.
A organização Mundial da Saúde estimou em 2006 que nos próximos anos entre 4000 e 9000 pessoas iriam morrer em consequência da radiação. A organização ambiental Greenpeace acredita que este número seja dez vezes maior.
Pragmatismo
Apesar disso, 25 anos depois, o pensamento sobre a energia nuclear não é dominado apenas pelo medo, mas também pelo pragmatismo. Como aponta a jornalista holandesa Franka Hummels, autora do livro ‘De Generatorgeneratie’ (A geração gerador), sobre as consequências do desastre de Chernobil na região afetada.
“Logo após a queda da União Soviética, os ucranianos declaram seu país ‘zona livre de energia atômica’, mas ao mesmo tempo tiveram dificuldade em se desfazer de suas usinas nucleares porque não tinham outra alternativa”, diz Hummels. Só em 2001 - por pressão da União Europeia e da comunidade internacional – os outros reatores de Chernobil foram desativados.
Inabitável
O pais vizinho, a Bielorrússia, faz planos para a construção de uma central de energia nuclear. Uma decisão que apesar de delicada, seria necessária para que o país não dependa de gás e petróleo russo no futuro. A dimensão da catástrofe atualmente é mais subestimada do que exagerada pelo regime ditatorial do presidente Alexander Lukashenko, segundo Hummels.
“Na parte da zona proibida que fica na Bielorrússia, área que foi declarada inabitável para sempre pela ONU, acontece no momento inclusive uma ação de repovoamento. Novos moradores são ‘compensados’ pelos riscos à saúde através de aluguel, água e eletricidade gratuitos.”
Local vulnerável
Ironicamente, a ucraniana Tamara vive há sete anos na Holanda, bem perto da única usina nuclear do país. “É o meu destino”, diz, rindo com certo amargor. “Eu não teria construído uma usina nuclear num lugar vulnerável como este. Ao que parece, o mundo não aprendeu nada 25 anos depois de Chernobil!”
A usina atômica de Chernobil era de fabricação soviética e, portanto, não seria representativa para riscos em outros lugares do mundo, supunha-se. Mas o recente desastre em Fukushima pôs o mundo novamente em confronto com os riscos da energia nuclear. “Também se pensava que a tecnologia e a segurança no Japão fossem muito bem calculadas. Não acredito que a situação na Holanda seja mais segura”, diz Tamara.
Assim como o desastre de Chernobil, Fukushima provocou debates na Holanda sobre o uso de energia nuclear, mas não se chegou a novas conclusões. O atual governo quer que a construção de uma nova usina, já planejada, siga em frente.

Anti-inflamatórios e os antidepressivos

Estudo

Anti-inflamatórios reduzem eficácia de antidepressivos
por Lusa          Hoje
Os medicamentos anti-inflamatórios, como a comum aspirina, reduzem a eficácia dos antidepressivos mais prescritos como o Prozac, segundo um estudo publicado nos Estados Unidos.
Estes resultados considerados "surpreendentes" podem justificar a razão de tantas pessoas tratadas com antidepressivos à base da substância activa fluoxetina não responderem ao tratamento, indicam os autores da investigação, publicada na revista da Academia Nacional das Ciências Americana.
Pesquisas conduzidas em ratos mostram que tratamentos simultâneos com antidepressivos e anti-inflamatórios tornavam os animais significativamente menos receptivos ao tratamento contra a depressão e ansiedade, em comparação com os medicados apenas com antidepressivos.
Paul Greengard e Jennifer Warner-Schmidt, do Centro de Investigação Fisher contra a doença de Alzheimer, da Universidade Rockefeller e co-autores deste trabalho, notaram que a eficácia da toma de apenas antidepressivos é de 54 por cento.
Quando esses medicamentos são tomados juntamente com anti-inflamatórios, a taxa de sucesso cai para cerca de 40 por cento, acrescentaram os investigadores.
"Os resultados desta pesquisa podem ter implicações importantes para o tratamento da depressão, dadas as altas taxas de resistência a estes fármacos", referiu Jennifer Warner-Schmidt.

France Télécom

Bordéus
Funcionário da France Télécom imola-se pelo fogo
por Lusa       Hoje
Um trabalhador do grupo France Télécom auto-imolou-se hoje em Bordéus (sudeste), o mais recente acto de desespero que volta a questionar os métodos de gestão da empresa marcada por cerca de 60 suicídios desde 2008.
"Estamos consternados com a notícia da morte de um assalariado (...) que pôs termo à vida ao imolar-se esta manhã no parque de estacionamento da agência de Márignac" (arredores de Bordéus), referiu em comunicado a direção do gigante francês de telecomunicações.
"Os serviços de emergência que chegaram ao local apenas puderam confirmar a morte deste funcionário com a idade de 57 anos", acrescenta o texto.
De acordo com um responsável sindical, o pai de quatro filhos, funcionário da France Télécom há mais de 30 anos e considerado um "profissional muito reconhecido", estava a ser forçado a mudar frequentemente de local de trabalho.
"Esta mobilidade imposta forçou-o a vender a sua casa. Escreveu por diversas vezes à sua direcção e não terá obtido resposta, como sucede em muitos outros casos", disse à agência France Presse o líder sindical François Deschamps, do sindicato CFE-CGC-Unsa.
"O método empregue é de uma violência inaudita. Imolar-se pelo fogo não é um acto anódino", sublinhou.
Na perspetiva de diversos dirigentes sindicais, está-se perante a última vítima de um sistema de gestão de pessoal que pretende tornar a France Télécom num dos gigantes mundiais da internet e das comunicações móveis.
O sindicalista Sébastien Crozier considerou que esta última vítima "fazia parte das pessoas que foram vergadas pelo período Lombard", o nome do antigo director-geral Didier Lombard.
Designado presidente em 2005, Didier Lombard cedeu em Março de 2010 a direção da empresa a Stéphane Richard, próximo do ministro da Economia Christine Lagarde. O novo patrão foi incumbido da missão imediata de pôr termo à vaga de suicídios.

Leyes Dominicales

Noticias sobre Leyes Dominicales
Buscan garantizar el descanso dominical a empleados de comercio
Bolatti presentó un proyecto de ley para garantizar el descanso dominical de los empleados de comercio
El diputado Fabricio Bolatti presentó, junto al secretario general del Centro de Empleados de Comercio, Roque Schulz, un proyecto de ley para que se garantice el derecho de los trabajadores del comercio al descanso dominical y el goce de los días feriados.
Asimismo, dicha iniciativa establece la prohibición especial de apertura de los locales comerciales para los días 24 y 31 de diciembre, desde las 13.
Además, el diputado del Frente Grande presentó otro proyecto de ley para que se sancione el trabajo esclavo en el ámbito provincial, excluyéndolos del Registro de Proveedores del Estado.
En una conferencia de prensa realizada en la sede del sindicato de los empleados de comercio, Schulz resaltó ambos proyectos, y señaló que trabajaron en ellos conjuntamente con el diputado Bolatti.
"Uno trata sobre el cierre de los comercios los días domingos y feriados, y medio día el 24 y 31 de diciembre. Es un viejo anhelo que tiene el Centro de Empleados de Comercio, que en su momento presentamos algo parecido allá por el año 2000, y fue vetada la ley", expresó, y manifestó que confían en que esta vez "no va a haber mayor inconveniente" para que salga.
Acerca del otro proyecto, el dirigente gremial indicó que se refiere "a todas aquellas empresas que tienen trabajo esclavo o trabajo en negro, para que se le quite el rubro de proveedores del Estado para que no puedan trabajar con el Estado".
Además, Schulz recordó que "el año pasado se sancionó una ley, que aún no está reglamentada, para que los sindicatos tengan Controladores Laborales, y quien mejor que el sindicato conoce todas las irregularidades que se presentan y las explotaciones que hacen a sus trabajadores".
Bolatti: “Creemos que es un derecho de los trabajadores” El diputado Fabricio Bolatti expuso que con estos proyectos se pretende "una vez más, instaurar el descanso dominical en el Chaco, el derecho de los trabajadores a descansar, a poder estar con sus hijos".
"Creemos que ese es un derecho de los trabajadores", aseveró, y consideró que "hay actividades que por su emergencia o su urgencia necesitan estar exentas, pero en su gran mayoría creemos que esto se puede poner en práctica".
Recordó que en el año 2000 se sancionó esta ley, pero "el gobernador en ese entones, Ángel Rozas, la vetó diciendo que ese iba a ser un debate, que se iba a trabajar para llegar al consenso, pero después de una presión muy fuerte de los sectores muy concentrados de la economía chaqueña, finalmente no se hizo ese proceso de debate".
"Creemos que con este proyecto, la Legislatura tiene la posibilidad de debatir en su seno esta realidad y poder sancionar una ley que reivindique el derecho de los trabajadores", afirmó.
Acerca del segundo proyecto de ley, Bolatti indicó que “busca crear sanciones al descubrimiento de realidades conocidas y bautizadas hoy como trabajo esclavo, que van en contra de la normativa laboral vigente”, precisando que “no son faltas por incumplimiento sino son inexistencia de la legislación total, empleo en negro, condiciones inhumanas de trabajo”.
“Sabemos que esto existe en nuestra provincia y queremos agregar sanciones a las que ya existen en la normativa provincial y que estas empresas no puedan contratar con el Estado, ni ser beneficiarios de regimenes de promoción, ni beneficio fiscal con el Estado” indicó.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Seis respostas sobre a dengue tipo 4

Seis respostas sobre a dengue tipo 4
Cada vez que uma pessoa tem dengue, aumenta o risco de ter a forma hemorrágica
Por Letícia Gonçalves
A dengue tipo 4 (DENV- 4) é a menos comum dos três tipos existentes no Brasil, mas os casos aumentaram nos últimos meses. De acordo com o Ministério da Saúde, o vírus ficou 28 anos sem aparecer no país e foi detectado novamente em julho do ano passado. Este ano, já foram comprovadas até o momento 77 ocorrências em oito estados brasileiros - Amazonas, Pará, Bahia, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima e São Paulo.
Apesar de não haver grandes diferenças em relação aos diferentes tipos de dengue, esse aumento de incidência do quarto vírus preocupa o governo e os especialistas. Ao mesmo tempo, prevenir a expansão é fácil e precisa do empenho de toda a sociedade. Logo abaixo, o infectologista Celso Granato, do Fleury Medicina e Saúde, de São Paulo, e o infectologista Marcos Cyrillo, da Sociedade Brasileira de Infectologia, esclarecem as principais dúvidas sobre a dengue 4.
O grande perigo é que, cada vez que uma pessoa tem dengue, aumenta o risco de ter a forma hemorrágica.
1. A dengue tipo 4 é a mais grave dos vírus da dengue?
Não. De acordo com Celso Granato, os quatro vírus são parecidos entre si: "Quando uma pessoa contrai dengue não dá para saber qual é o tipo pelos sintomas, porque são os mesmos para todos". Por isso, independente do vírus, a pessoa pode apresentar dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, febre, diarreia e vômito.
2. Então por que há tanta preocupação com a dengue tipo 4?
Com mais um tipo circulando no Brasil, as chances das pessoas contraírem dengue diversas vezes é maior. "Quem teve dengue do tipo 1, cria anticorpos no seu organismo e não irá mais contrair a doença por esse mesmo vírus, mas ainda pode ser infectada pelos outros três tipos", esclarece Marcos Cyrillo, infectologista da Sociedade Brasileira de Infectologia.
O grande perigo é que, cada vez que uma pessoa tem dengue, aumenta o risco de ter a forma hemorrágica, o quadro mais grave da doença. O infectologista Granato explica que isso acontece porque, quando o organismo já tem anticorpos de um tipo, facilita a entrada de outro vírus na célula sanguínea. "Os anticorpos não identificam aquele novo vírus como inimigo e, ao permitirem sua entrada nas células, aumentam as chances de evoluir para a dengue hemorrágica", afirma o especialista.
Dessa forma, Granato faz a seguinte comparação: em cada mil pessoas com dengue, geralmente três apresentam a forma hemorrágica. Já a cada mil pessoas com dengue pela segunda vez, 30 poderão ter na forma mais grave. Pela terceira vez, esse número vai para aproximadamente 60.
3. Como descobrir se estou com dengue tipo 4 e não de outro tipo?
Há um kit distribuído pelo Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) que permite fazer um teste para descobrir o vírus. Aqui no Brasil, é realizado em laboratórios como o Instituto Evandro Chagas, em Belém (PA). Foi esse exame que permitiu ao Ministério da Saúde indicar a dengue do tipo 1 como a mais comum no Brasil, representando 73% dos casos no primeiro trimestre de 2011.
4. Pode haver uma epidemia de dengue do tipo 4?
Os especialistas acreditam que sim, provavelmente no verão, quando o calor for maior. No entanto, é algo simples de ser evitado. "A incidência da dengue do tipo 4 é maior nos estados que menos fazem a prevenção corretamente", explica Granato. Prevenir esse tipo de dengue ou qualquer outro significa impedir a proliferação do mosquito transmissor. E isso começa dentro da casa de cada um, combatendo focos de água parada. Essas medidas já estão dando certo: o Ministério da Saúde indicou que o número de notificações de dengue no Brasil caiu nos três primeiros meses de 2011 (254.734 casos), em comparação com o mesmo período de 2010 (448.701 casos).
5. Por que ainda não há uma vacina contra a dengue?
Exatamente pelo fato de existirem quatro tipos de vírus. "Imagine só: você vacina uma pessoa contra a dengue do tipo 4, ou seja, faz com que ela crie anticorpos contra esse vírus. No entanto, caso ela seja infectada por outro dos três tipos, terá mais chances de ter dengue hemorrágica", adverte Granato. Se for criada uma vacina contra os quatro tipos e um novo vírus aparecer, o perigo será o mesmo. É por isso que a prevenção deve ser feita evitando o acúmulo de água.
6. Como posso saber se estou com dengue ou com uma gripe comum?
Como os sintomas são muito parecidos, só dá pra saber fazendo exame de sangue. Caso você suspeite que esteja com dengue, é só ir o quanto antes a um pronto socorro ou a um médico clínico geral. É importante lembrar que a aspirina deve ser evitada nesses casos, porque ela altera as plaquetas do sangue - células que ajudam na coagulação sanguínea -, assim como o vírus da dengue também provoca essas alterações, podendo causar mais sangramentos.