terça-feira, 26 de março de 2013

Estudo aponta presença de pesticida em água mineral na França

Estudo aponta presença de pesticida em água mineral na França

Análise divulgada nesta segunda (25) também achou resíduos de remédios.
Foram avaliadas 47 marcas de água mineral; 10 estavam contaminadas.

Do G1, em São Paulo
Garrafas de água mineral adquiridas em Paris, na França (Foto: Thomas Coex/AFP) 
Garrafas de água mineral adquiridas em Paris, na França (Foto: Thomas Coex/AFP)
Um estudo francês divulgado nesta segunda-feira (25) apontou a existência de resíduos de remédios e pesticidas em garrafas de água mineral vendidas no país, segundo agências internacionais. Foram analisadas 47 marcas mais comuns na França, e 10 delas estavam contaminadas com amostras de diversos tipos de produtos, segundo o jornal britânico "The Guardian".
O estudo foi conduzido pela fundação France Libertés, em parceria com a revista francesa "60 Milhões de Consumidores" ("60 millions de Consommateurs", no nome em francês). Entre os produtos encontrados na água havia resíduos de um medicamento usado para combater o câncer de mama.
Para os responsáveis pela pesquisa, a água mineral contaminada pode ter um "potencial efeito coquetel" nos consumidores, além de trazer sérias preocupações ambientais. Já os cientistas ouvidos pelo "The Guardian" afirmam que a presença dos produtos é minúscula e que consumir a água não traz riscos.
Foram encontrados resíduos dos remédios buflomedil e naftidrofuril, vasodilatadores usados para tratamento em pessoas que têm pressão alta, segundo o "The Guardian". Também foram achados indícios de pesticidas banidos em 2001 no país.
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Saúde vai auditar 20 hospitais do país

Saúde vai auditar 20 hospitais do país que usam próteses e órteses

Em até 60 dias, serão monitoradas 19 instituições privadas e uma pública.
Decisão foi tomada após indícios de cobranças indevidas ao SUS em 2012.

Do G1, em São Paulo


O Ministério da Saúde vai investigar supostas irregularidades em 20 hospitais (19 privados e um público) do país que fazem procedimentos ortopédicos e de outras especialidades envolvendo próteses e órteses (palmilhas, coletes, joelheiras e munhequeiras, entre outros dispositivos).
A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (26) e deve apresentar um relatório de conclusão em 60 dias. Os nomes das 20 instituições não foram divulgados.
A decisão do governo foi tomada após o Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus) apurar, por meio de um cruzamento de dados, possíveis distorções em pagamentos feitos no ano passado. Há indícios de que alguns hospitais têm cobrado do SUS até o dobro do valor de referência estabelecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Segundo o ministério, a ação busca evitar desperdícios e melhorar o atendimento da rede pública. Se as irregularidades forem comprovadas, o Denasus poderá pedir o ressarcimento da verba usada indevidamente.
Para o ministro Alexandre Padilha, essas distorções nos gastos com próteses e órteses têm um forte impacto, tanto no SUS quanto nos planos de saúde. Nos hospitais federais, a receita com procedimentos que incluem esses equipamentos chega a 26% do total. Já nas instituições onde há atuação de operadoras de saúde, responde por 56% dos pagamentos.
Mais de uma prótese por cirurgia
O Denasus também identificou que os 20 hospitais a serem auditados fazem um número alto de cirurgias em que mais de uma prótese ou órtese é implantada nos pacientes. Em cinco instituições, esse número variou de 54% a 99% para colocação de peças em procedimentos como angioplastia coronariana – um percentual muito acima dos 20% determinados em portaria pelo Ministério da Saúde. Além disso, esses hospitais de grande porte realizam operações em diversas especialidades, não só na área de cardiologia.
O sistema do SUS que aceita ou não o pagamento desse tipo de procedimento foi criado para impedir, por exemplo, que um paciente para o qual a rede pública esteja pagando uma cirurgia no joelho coloque uma prótese no braço durante a mesma cirurgia. Nesse caso, é emitido um alerta, e o pagamento é negado.
Registro na Anvisa
Todas as próteses e órteses autorizadas pelo SUS têm um selo da Anvisa e um número que pode ser rastreado até quando a pessoa morre.
Por meio dessa identificação, é possível saber quem é o fabricante, onde a peça foi produzida e o hospital que fez a operação.
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Isolamento social aumenta risco de morte entre idosos

Isolamento social aumenta risco de morte entre idosos, diz estudo

Cientistas ingleses acompanharam 6.500 homens e mulheres por oito anos.
Afastar-se fisicamente das pessoas é mais negativo que se sentir sozinho.

Do G1, em São Paulo
O isolamento social tem um impacto maior sobre a expectativa de vida dos idosos que a solidão, aponta um novo estudo feito pelo University College de Londres. Isso significa que se afastar fisicamente dos outros é pior para a saúde do que, de fato, se sentir sozinho.
Na definição dos pesquisadores, a solidão personifica o isolamento, ao refletir a insatisfação de uma pessoa com a frequência e a proximidade de seus contatos sociais em relação às relações que ela realmente gostaria de ter.
Os resultados do trabalho, liderado por Andrew Steptoe, do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública do University College, foram publicados na edição de segunda-feira (25) da revista científica americana "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).
Isolamento social favorece risco de morte entre idosos, diz estudo (Foto: Kosuke Okahara/The New York Times) 
Isolamento social favorece morte precoce em idosos, diz estudo (Foto: Kosuke Okahara/The New York Times)
Os autores avaliaram 6.500 homens e mulheres com 52 anos ou mais que participaram do Estudo Longitudinal de Envelhecimento Inglês (Elsa), entre 2004 e 2005, e acompanharam o risco de morte deles até março de 2012. Nessa data, haviam morrido 918 (14,1%) voluntários, com prevalência do sexo masculino.
Os participantes que mantinham contato limitado com a família, amigos e organizações comunitárias foram classificados como socialmente isolados, e foi usado um questionário para medir o nível de afastamento de cada um.
De acordo com os pesquisadores, tanto a solidão quanto o isolamento social podem favorecer uma morte precoce, mas no segundo caso nem precisaram ser considerados critérios como a saúde física e mental da pessoa e dados demográficos (expectativa de vida, educação, religião, etnia, etc) da população. Isso significa que se isolar do restante do mundo pode fazer mal à saúde independentemente do sentimento interno de solidão.
Além de aumentar o risco de morte, o isolamento social pode contribuir para o desenvolvimento de doenças infecciosas e cardiovasculares, o aumento da pressão arterial e do hormônio do estresse (cortisol), e a deterioração do funcionamento cerebral. Segundo o estudo, a solidão também interfere na pressão, nos níveis de cortisol e outros hormônios, e nos processos inflamatórios do organismo.
Não foram encontradas diferenças de sexo para o isolamento social, mas esse comportamento foi visto com maior incidência em pessoas mais velhas, casadas, pobres e com menor grau de instrução. Além disso, o problema foi mais frequente em indivíduos com alguma limitação de longo prazo, como depressão, artrite, falta de mobilidade e doença pulmonar crônica.
Já a solidão foi mais comum em mulheres, principalmente casadas, e estava associada a uma idade avançada, baixa escolaridade e menor riqueza. Essas pessoas também tinham mais depressão, doença arterial coronariana ou acidente vascular cerebral (AVC) que a média.
Na conclusão dos autores, tanto para casos de solidão quanto de isolamento social, são indicadas atividades que incentivem a interação entre os indivíduos, na tentativa de promover uma maior longevidade aos idosos.
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Líquido amniótico

Líquido amniótico pode ajudar a curar doença que afeta prematuros

Experimentos em animais mostram que células-tronco presentes em substância combatem inflamação no intestino de recém-nascidos.

Inflamação traz perigo a bebês prematuros (Foto: BBC) 
Inflamação traz perigo a bebês prematuros
(Foto: BBC)
O líquido amniótico pode ajudar a curar uma doença que afeta o intestino de bebês prematuros, dizem médicos britânicos.
A doença, chamada enterocolite necrosante, é uma inflamação grave das entranhas que pode levar à falência de órgãos e morte.
Resultados de experimentos preliminares feitos em animais, incluídos em um artigo na publicação científica 'Gut', demonstraram que células-tronco presentes no líquido amniótico podem aliviar em parte a inflamação, aumentando as chances de sobrevivência.
O líquido amniótico é um fluido incolor que envolve o embrião dentro do útero.
A equipe envolvida no estudo disse que serão necessários mais experimentos até que um tratamento possa ser testado em bebês.
Prematuros
Bebês que nascem antes da hora - ou seja, aqueles nascidos antes de que se completem as 37 semanas de gestação - não estão prontos para o mundo fora do útero e seu intestino não está preparado para lidar com os alimentos.
Em unidades hospitalares de tratamento intensivo para prematuros, em média um em cada dez bebês desenvolve a enterocolite necrosante.
A inflamação pode provocar a morte do tecido e produzir um buraco na parede do intestino do bebê, levando a infecções sérias.
Há indícios de que o leite materno possa proteger as entranhas do bebê prematuro contra a enterocolite necrosante, mas o único tratamento existente hoje é uma cirurgia para remover o tecido afetado.
'É um problema sério e nós achamos que está aumentando', disse o médico Simon Eaton, do Instituto de Saúde Infantil do University College London.
Eaton integrou a equipe que fez experimentos com células-tronco - capazes de se transformar em qualquer tipo de célula do organismo - extraídas do líquido amniótico.
Os pesquisadores injetaram as células-tronco em ratos de laboratório que haviam sido programados para desenvolver enterocolite necrosante. As injeções, segundo a equipe, pareceram aumentar o tempo de sobrevivência dos animais.
'Fomos capazes de prolongar a sobrevivência (dos animais) por bastante tempo', disse Eaton à BBC. 'O que parece estar acontecendo é efeito direto de um abrandamento da inflamação e também um estímulo às células-tronco residentes nas entranhas para que sejam mais eficientes na regeneração do intestino.'
O estudo também revelou que o intestino dos animais funcionava melhor depois do tratamento.
Riscos de câncer?
Outro membro da equipe, o pesquisador Paolo De Coppi, explicou que os efeitos anti-inflamatórios das células-tronco já são bem conhecidos. 'Mas essa foi a primeira vez que se demonstrou que células-tronco do líquido amniótico podem reparar danos no intestino', acrescentou.
'Embora células-tronco do líquido amniótico tenham uma capacidade mais limitada de se transformar em diferentes tipos de células do que as do embrião, elas parecem ser promissoras para muitas partes do corpo, incluindo o fígado, o sistema muscular e nervoso'.
Mais testes seriam necessários para saber se o tratamento seria efetivo e seguro em bebês humanos.
Por exemplo, a capacidade de células-tronco de se transformar em outros tipos de célula também implica riscos de câncer, algo que preocupa os cientistas.
Por conta disso, os médicos esperam, no futuro, desenvolver um tratamento baseado em remédios - em vez de células.
'Não são as células em si', disse Eaton. 'Elas são o veículo para algo e se soubéssemos o que esse algo é, poderíamos administrá-lo diretamente'.
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domingo, 24 de março de 2013

Consumo de refrigerantes ligado a 180 mil mortes

Consumo de refrigerantes ligado a 180 mil mortes

Estudo de Harvard relaciona o consumo exagerado de refrigerantes ao aparecimento de doenças cardiovasculares, diabetes e cancro














Segundo um estudo da Universidade de Harvard, o consumo de refrigerantes e outras bebidas industrializadas está relacionado com cerca de 180 mil mortes causadas por doenças cardiovasculares, diabetes e cancro, ocorridas no ano de 2010, em todo o mundo.
As conclusões deste estudo foram divulgadas esta semana, durante as Sessões Científicas de 2013, sobre Epidemiologia, Prevenção, Nutrição, Actividade Física e Metabolismo, organizadas pela Associação Americana do Coração, realizadas em New Orleans, nos EUA.
De acordo com os dados revelados pelo estudo levado a cabo pela Universidade de Harvard, as mortes analisadas a partir de 114 países (cerca de 80% da população mundial), resultaram de problemas causados pelo consumo exagerado de refrigerantes, bebidas energéticas e desportivas que contribuem para o excesso de peso e o consequente desenvolvimento de doenças do coração, diabetes e cancro. Das 183 mil mortes, 44mil foram causadas por doenças cardiovasculares, 133 mil estiveram relacionadas com diabetes e as restantes 6 mil com doenças cancerígenas.
A maior parte das mortes, que foram objecto do estudo, ocorreram em países sub-desenvolvidos, uma conclusão surpreendente para a coordenadora da investigação, Gitanjali Singh: "Muitas vezes associamos o problema do consumo exagerado de refrigerantes aos países mais ricos e desenvolvidos".
Em fevereiro deste ano, foi divulgado um estudo forense que concluiu que o consumo diário de cerca de nove litros de Coca-Cola durante vários anos, tinha sido uma das causas de morte de uma mulher neozelandesa, de 30 anos.
Na sequência deste insólito, largamente noticiado em todo o mundo, David Cerrar, o juiz de instrução do caso, adiantou na altura que o consumo de 10 litros de Coca-Cola equivale a 970 gramas de cafeína e mais de um quilo de açúcar.
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Crescem casos de má-formação congênita no Iraque

Crescem casos de má-formação congênita no Iraque

Médicos calculam aumento de 60% em má-formações desde 2003.
Metais pesados usados em munições durante a guerra estariam por trás.

Na maternidade de Basra, no Iraque, a pequena Zahra, de sete dias de vida, descansa no colo da avó.
Médicos calculam aumento de 60% em má-formações desde 2003 (Foto: BBc) 
Médicos calculam aumento de 60% em má-formações desde 2003 (Foto: BBc)
Ela sofre de espinha bifurcada, uma má-formação congênita que médicos iraquianos dizem ser cada vez mais comum no país.
A avó conta que a mãe de Zahra liga a toda hora e pergunta como a menina está. "Ela chora ao telefone e pergunta quando vai ver a filha", conta.
Metais pesados usados em munições durante a guerra estariam por trás (Foto: BBC) 
Metais pesados usados em munições durante a guerra estariam por trás (Foto: BBC)
Em um hospital, os médicos calculam que houve um aumento de 60% em má-formações congênitas desde 2003.
O médico Muhsin Sabbak está convencido de que os metais pesados usados nas munições durante a guerra estão por trás desse aumento. Ele diz que não há outra explicação.
Resquícios do combate
Uma pesquisadora do Ministério da Saúde, em Bagdá, confirma que o relatório deverá mostrar um aumento de má-formações congênitas em áreas onde houve combates intensos.
O Departamento de Defesa americano não quis se pronunciar sobre o assunto e o Ministério da Defesa britânico disse que aguarda os resultados oficiais do relatório e que 'seria prematuro sugerir essa relação sem evidências confiáveis'.
Essa semana, a guerra do Iraque completou 10 anos. A violência no país atingiu seu auge entre 2006 e 2007 e, desde então, registrou uma queda.
Entretanto, a insurgência sunita continua, com uma média de mais de 300 pessoas mortas por mês no país.
Na última segunda-feira, um total de dez carros-bombas explodiram em Bagdá, matando cerca de 50 pessoas e ferindo mais de 150, segundo as autoridades.
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Cientistas alteram glóbulos brancos para destruir tipo de leucemia aguda

Cientistas alteram glóbulos brancos para destruir tipo de leucemia aguda

Método funcionou em alguns casos, mas ainda deve ser aperfeiçoado.
Resultados foram publicados na revista 'Science Translational Medicine'.

Do G1, em São Paulo

Pesquisadores usaram técnicas de engenharia genética para alterar células do sistema imunológico de pacientes com leucemia linfoblástica aguda, conseguindo que elas destruíssem células cancerosas. O trabalho foi publicado nesta quarta-feira (20) na revista “Science Translational Medicine”.
Eles conseguiram fazer com que as células T, um tipo de glóbulo branco, ganhassem receptores artificiais que permitissem a elas reconhecer o câncer como um “inimigo”.
Os cientistas, liderados por Renier Brentjens, do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, testaram a efetividade do método em cinco adultos. Um deles teve as células cancerosas reduzidas tão rapidamente que, em oito dias, elas estavam indetectáveis. Outros atingiram estado semelhante num prazo de 18 a 59 dias.
Segundo reportagem do “New York Times”, o método é experimental e não funcionou em todos os pacientes – três dos cinco conseguiram se manter em estado de remissão por períodos que vão de 5 a 24 meses. Um outro paciente morreu por motivo alheio ao câncer e o último não apresentou a reação esperada ao tratamento. Ainda assim, o estudo é considerado promissor. A técnica precisa de ajustes finos e aperfeiçoamento para reduzir efeitos colaterais.
A leucemia linfoblástica aguda não é considerada uma forma comum de câncer e atinge mais crianças do que adultos. No entanto, nestes últimos é muito agressiva e, quando a quimioterapia não traz resultado, em geral deixa aos pacientes poucos meses de sobrevida.
Recentemente, chamou a atenção o caso da menina Emma Whitehead, que conseguiu combater uma leucemia graças a uma técnica experimental que usa uma forma deficiente do vírus da Aids para alterar as células do sistema imunológico e fazer com que o próprio paciente elimine a doença.
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Bola de fogo cruza o céu da Costa Oeste dos EUA

Bola de fogo cruza o céu da Costa Oeste dos EUA

Fenômeno, gravado por câmera de segurança, surpreendeu as pessoas.
Nasa diz que objeto pode ser meteoro, que se desintegrou na atmosfera.

Do G1, em São Paulo

Uma bola de fogo cruzou o céu da costa oeste dos Estados Unidos e surpreendeu as pessoas nesta sexta-feira (22).
O fenômeno aconteceu por volta das 20h (local) em Seaford. Uma câmera de segurança de um estacionamento flagrou o objeto.
O chefe do escritório de meio ambiente da Nasa, Bill Cooke, disse que pode se tratar de um meteoro, que se desintegrou ao entrar na atmosfera da Terra. Estes objetos são considerados meteoritos apenas quando sobrevivem ao atrito com a atmosfera e conseguem chegar ao solo terrestre.
Bola de fogo pode ser meteorito que se desintegrou na atmosfera da Terra, diz Nasa. (Foto: Reprodução / Globo News) 
Bola de fogo pode ser meteorito que se desintegrou na atmosfera da Terra, diz Nasa. (Foto: Reprodução / Globo News)

Dia Mundial da Tuberculose

Dia Mundial da Tuberculose discute avanços no tratamento da doença













Passados 50 anos da criação do primeiro medicamento contra a tuberculose, surge novo tratamento que promete trazer esperança a milhões de pessoas infectadas. "Bedaquilin" atua até mesmo nas bactérias mais resistentes.
A erradicação da tuberculose parece uma meta ainda distante de ser alcançada. Todos os anos, cerca de 9 milhões de pessoas são infectadas pela doença, e o número de óbitos chega a 2 milhões. A fim de chamar a atenção para o problema, em 1982 a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares lançaram o 24 de março como o Dia Mundial da Tuberculose. A data remete à descoberta, cem anos antes, do bacilo causador da doença pelo médico alemão Robert Koch.
A tuberculose é causada pelo bacilo de Koch, Mycobacterium tuberculosis, que pode atingir todas as partes do corpo – mas em 80% dos casos o pulmão é o principal afetado. Assim como o vírus do HIV, a tuberculose enfraquece o sistema imunológico e os bacilos da doença se multiplicam rapidamente.
O tratamento é lento e utiliza medicamentos criados na década de 60. Só agora, depois de 50 anos, surge uma nova esperança para os pacientes de tuberculosos: o Bedaquilin. O medicamento foi aprovado em janeiro nos Estados Unidos pela agência norte-americana que regula alimentos e medicamentos, a FDA.
Marco contra a tuberculose?
Para o médico Tom Schaberg, professor e membro do Comitê Alemão da Luta contra a Tuberculose (DZK, sigla em alemão), a nova droga ainda não pode ser considerada uma descoberta revolucionária, mas sim, um novo mecanismo de ação. "É um grande passo para o tratamento da tuberculose. Esta nova droga vai atuar onde ainda há resistência a outros medicamentos", afirma Schaberg. Fundado em 1895, em uma época que a tuberculose era uma doença comum na Alemanha, o DZK é atualmente umas das organizações mais influentes no assunto.
O Bedaquilin inibe a produção de uma enzima importante para o ganho de energia das microbactérias e, assim, elas morrem. O medicamento funciona até mesmo em bactérias ultrarresistentes, que já tinham desenvolvido mecanismos de defesa contra a maioria dos antibióticos.
Em 1993 a OMS declarou a tuberculose como emergência mundial 
Em 1993 a OMS declarou a tuberculose como emergência mundial
Tratamento mais rápido
Os primeiros sintomas da tuberculose, na maioria das vezes, não dão sinais claros da doença: fadiga, cansaço e depois tosse. Por isso, geralmente, o paciente demora para consultar um médico, o que aumenta o risco de infecções e permite com que a doença avance.
O objetivo da pesquisa é reduzir o tempo de tratamento que, atualmente, dura cerca de seis meses. "Diminuí-lo para três ou quatro meses seria um grande passo", diz Schaberg. O importante é que se pode combinar a Bedaquilin com as substâncias já utilizadas no mercado, pois, para que a doença não desenvolva resistência, a tuberculose é sempre tratada com um grupo de medicamentos diferentes.
Como existe uma variedade super resistente dos agentes da tuberculose, o paciente precisa continuar o tratamento com uma segunda linha de medicamentos por um período de dois anos. Oliver Moldenhauer, da organização Médicos Sem Fronteiras, afirma que nesses casos o Bedaquilin pode dar uma contribuição importante. "Esperamos que seja um marco no tratamento, mas isso só podemos afirmar com o tempo. A droga ainda foi pouco usada e, por enquanto, não dá para dizer que seja um marco no tratamento da tuberculose."
Segundo o professor Walter Haas, do Instituto Robert Koch em Berlim, o contágio pode persistir por anos e até mesmo décadas. Para ele, a maior realização na luta contra a tuberculose seria o desenvolvimento de uma vacina.
O médico e bacterologista alemão, Robert Koch, ganhou o Prêmio Nobel da Medicina pelo descobrimento da bacilo da tuberculose 
Robert Koch ganhou Prêmio Nobel da Medicina pelo descobrimento da bacilo da tuberculose
Atuação das ONGs no combate à tuberculose
A nova droga foi desenvolvida após um trabalho conjunto entre ONGs, uma empresa farmacêutica norte-americana e a TB Alliance, uma associação composta pela Organização Mundial da Saúde, a Fundação Bill e Melinda Gates e outras ONGs.
A associação tem se dedicado nas últimas décadas à luta contra a doença e o dinheiro coletado é depositado em um fundo internacional de prevenção à tuberculose, Aids e malária. O apoio ao desenvolvimento desse novo medicamento contra a tuberculose, de acordo com Scharenberg, foi realizado com a condição de que a droga seja oferecida a preços reduzidos em países com poucos recursos financeiros.
Por enquanto, o novo medicamento está liberado apenas nos Estados Unidos. Em casos excepcionais, pode ser usado na Alemanha mediante solicitação às autoridades. "O medicamento é apenas para pacientes em situação crítica, quando não há mais nada a ser feito", diz Oliver Moldenhauer.
Incidência no Brasil
Dados do Ministério da Saúde no Brasil indicam que quase 70 mil pessoas foram registradas com tuberculose em 2011 no país, e a taxa de óbitos foi de 2,4 para cada grupo de 100 mil habitantes. Apesar de uma queda de 15% na incidência de tuberculose na última década, ela ainda preocupa as autoridades brasileiras, já que esta é a quarta causa de óbitos por doenças infecciosas e a primeira entre os portadores do vírus HIV.
Autora: Judith Hartl / Fernanda Azzolini
Edição: Mariana Santos

DW.DE

Terapia experimental na cura de leucemia com sucesso-EUA

Terapia experimental na cura de leucemia com sucesso
21 março 2013
Uma terapia experimental que altera geneticamente as células imunes de um paciente para destruir as células cancerígenas teve sucesso em adultos com um tipo raro de leucemia, indica um estudo publicado na revista Science Translational Medicine.
Segundo o estudo, dos cinco pacientes que sofriam de leucemia severa e que tinham registado recaídas após a quimioterapia, três deles mostraram sinais de remissão da doença entre cinco e 24 meses e puderam submeter-se a transplantes de medula óssea.
Num dos pacientes, todos os traços da leucemia desapareceram totalmente em oito dias.
"Tínhamos esperança, mas não podíamos prever que a resposta poderia ser tão profunda e rápida", explicou o médico Renier J. Brentjens, coautor do estudo e especialista em leucemia no Memorial Sloan-Kettering Cancer Center de Manhattan, em declarações ao diário New York Times.
Os investigadores assinalaram que o prognóstico dos pacientes sobreviventes é "positivo", apesar de existirem possibilidades de recaída.
Os pacientes deste tipo de leucemia severa que sofrem recaídas após a quimioterapia habitualmente só sobrevivem uns meses.
O tratamento, ainda em fase muito experimental, extrai as células T, um tipo de glóbulos brancos que normalmente combatem os vírus e o cancro, e modifica-as geneticamente para que sejam reprogramadas de modo a que ataquem e eliminem qualquer célula B que tenha um determinado tipo de proteína, a CD19, vinculada a este tipo de leucemia.
Outro dos coautores do estudo, o médico Michel Sadelain, afirmou ser "uma estimulante história que está apenas a começar" e que se baseia na "criação de drogas vivas".
A leucemia severa é muito mais mortal em adultos do que em crianças, dado que a percentagem de cura em adultos é de 40 % e em crianças entre 80 % e 90 %.
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Salvando o seu coração físico, emocional e espiritual

Salvando o seu coração físico, emocional e espiritual

Salvando o seu coração

PARTE 1

“Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele prodecem as saídas da vida.” Provérbios 4:23
Dr. Dean Ornish, é cardiologista e professor na Universidade da Califórnia em São Francisco, autor de livros como “Salvando o seu coração”, “Amor e Sobrevivência”, onde explica sobre a importância da dieta vegetariana para prevenção e tratamento em geral, e em especial da doença coronariana, da abertura “coração” emocional, da meditação e oração, grupos de apoio para aprender a lidar com as emoções e prática de exercícios físicos. Vamos ver algo sobre isso nessa série.
Ele inicia o livro “Salvando o seu coração” dizendo: “Este livro é sobre como curar o seu coração: física, emocional e espiritualmente.” Quer entender melhor que saúde é um todo? Saúde envolve a procura do bem estar físico, mental e espiritual porque somos constituídos como seres humanos assim, seguindo ou não alguma filosofia religiosa.
Mediante meios naturais, simples, como seguir uma dieta vegetariana, praticar exercícios físicos diariamente, tomar água pura, etc., é possível reverter algumas enfermidades sem o uso de medicamentos convencionais e cirurgia. Você precisa crer nisso e buscar isso, se quer saúde mesmo, e não apenas alívio de sintomas.
No caso de doenças cardíacas, em cada 100 mortes no mundo, cerca de 38 ocorrem por esse tipo de problema de saúde, a qual é um dos tipos de doenças da modernidade, junto com diabetes, acidentes vasculares cerebrais, câncer, entre outras, que pode ser evitada e revertida até, conforme o Dr. Ornish provou, pela prática de métodos simples e naturais.
E ele diz: “Não temos que esperar por um remédio novo, um procedimento cirúrgico inovador ou uma descoberta tecnológica.” (“Salvando o seu coração”, p.16, Editora Relume-Dumará, 1993). O mais importante e que realmente produz resultados positivos para a saúde em geral, não só do coração, tem que ver com a mudança do estilo de vida, que envolve coisas que você pode escolher praticar. Repito: você pode escolher.
Ao surgirem sintomas de uma doença, seja câncer, entupimento de artéria no coração, é sinal de problemas ocorrendo há anos em seu corpo. Por exemplo, a maior parte do cânceres de intestino geralmente surge após os 50 anos de idade. Por que? Porque é preciso muitos anos de violação da fisiologia digestiva, por alimentação ruim, como o consumo de muita carne, para esse tipo de câncer aparecer. Um dos países onde o câncer de intestino tem menor índice é a Índia, e lá não se pode matar o gado, considerado sagrado. Assim, lá o consumo de carne é bem menor do que em outros países.
Doenças do coração podem ser revertidas sem cirurgia em muitos casos, segundo o Dr. Ornish, embora não seja algo fácil justamente porque foram necessários anos para as coronárias entupirem. “Mas”, diz ele, “podem melhorar, e mais rapidamente do que antes achávamos possível.” (p.19).
Métodos convencionais de tratamento das doenças cardíacas, hipertensão, alto colesterol no sangue, evitam ou revertem a doença cardíaca em uma pequena porcentagem das pessoas e algumas vezes até pioram o caso (p.23). É importante pensar que ao se fazer uma “ponte” (safena, etc.) no coração é possível estar sendo feita também uma ponte sobre as causas básicas da doença, passando por cima delas com a crença, errônea, de que a cirurgia resolverá tudo. Mas o que causou a doença? O que entupiu a coronária?
Dr. Ornish diz que o Dr. Robert Wissler, patologista da Universidade de Chicago, deu a macacos babuínos a dieta que serviam no hospital aos pacientes, e os macacos desenvolveram entupimentos nas artérias. (p.24). Estudos em todos os países mostram que dieta rica em colesterol (gorduras de origem animal) aumenta o risco de doença do coração. Também o estresse emocional aumenta a pressão arterial e níveis de colesterol. Pilotos de corrida das 500 milhas de Indianápolis apresentam níveis de colesterol mais altos após a corrida. Profissionais contadores tem esses níveis mais altos no período de entrega do imposto de renda. Estudantes de Medicina também, no período de provas.
O que pode ocorrer em sua saúde se você procurar mudar as causas básicas da doença, qualquer doença? Tenha ânimo! Nunca é tarde demais para começar as mudanças em seu estilo de vida. Vamos ver isso nos próximos artigos.
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Mau comportamento é fruto da educação dada pelos pais

Mau comportamento é fruto da educação dada pelos pais desde o berço, segundo uma investigação 

As práticas educativas parentais desde o nascimento dos filhos são responsáveis, em noventa por cento dos casos, por comportamentos inadequados como o bullying e a indisciplina escolar, defende em livro o investigador e psicólogo Luís Maia.

E Tudo começa no Berço, é o título do livro a ser lançado na segunda-feira, no qual o autor defende que é desde o nascimento da criança que se desenvolvem grande parte das suas características, positivas ou negativas. "Perdoem-me pais, mas a culpa de muitos de nós não termos controlo sobre o comportamento dos nossos filhos, estou convencido, não é dos filhos, nem da sociedade: é nossa", escreve o autor alertando para a necessidade de os pais estarem mais presentes na vida dos filhos.
Partindo de exemplos práticos, Luís Maia pretende demonstrar como a desresponsabilização dos membros familiares e educadores próximos das crianças e adolescentes apenas contribui para a acomodação a uma sociedade desumanizada.
Então haverá ou não uma relação entre o comportamento das crianças e a forma como são educadas desde bebés? Na opinião do psicólogo, baseada em 20 anos de prática clínica, essa relação é bem evidente e manifesta-se em 90 por cento dos casos. "Na minha opinião cerca de 90% da responsabilidade do comportamento inadequado das crianças e adolescentes está sedeado nas práticas educativas nos primeiros dias e anos da criança", disse em declarações à Lusa, adiantando que na maioria dos casos são os pais que precisam de ajuda para se reorientarem na educação dos seus filhos.
Luís Maia explica que nos milhares de casos que já atendeu, quando começa a investigar as causas dos comportamentos inadequados das crianças quer sejam de indisciplina escolar, de violência contra os pares ou de outras atitudes antissociais, na maioria das vezes os pais foram orientados percebendo que eram as suas práticas educativas que deveriam ser alteradas.
A má prática educativa, explicou, ocorre em todas classes socioeconómicas e mesmo em ambientes familiares normais quando por exemplo os pais se desautorizam em frente à criança, quando quebram rotinas ou quando delegam competências.
A sociedade, defende o autor em declarações à agência Lusa, desaprendeu a arte de educar os filhos e a comportarem-se em sociedade, delegando nas estruturas essa responsabilidade. Uma aposta que considera errada.
A educação desde o nascimento, diz, determina efetivamente o percurso de uma criança, porque "tudo começa no berço" à exceção de uma pequena minoria em que há de facto problemas no desenvolvimento ou distúrbios psicopatológicos.
O livro é baseado em vivências e casos reais, fruto da experiência do autor no acompanhamento de jovens e famílias.
Trata-se de um guia com informações dedicadas à boa aplicação da prática educativa, para pais, educadores, cuidadores, educadores de infância, professores dos mais variados níveis de ensino, psicopedagogos, psicólogos, técnicos de saúde mental, entre outros.



Lusa

Fórum Adventista de Evangelismo na Internet

Fórum Adventista de Evangelismo na Internet
A Internet criou um novo mundo sem fronteiras. Através dela podemos nos conectar a pessoas de quase todas partes do mundo. Essa é um excelente maneira de dividir nossa alegria e esperança com quem precisa. No entanto, também é preciso saber como usar as ferramentas tecnológicas da melhor maneira.
Pensando nessa realidade atual está sendo organizado pela Rede Novo Tempo o Fórum Adventista de Evangelismo na Internet com os seguintes objetivos:
  1. Inspirar pessoas a se engajarem no evangelismo na Internet.
  2. Capacitar teologicamente esses evangelistas.
  3. Ensinar a usar os recursos da Internet para o evangelismo.
Público alvo: Membros regulares da Igreja Adventista do Sétimo Dia que queiram usar a Internet para compartilhar esperança.
Conteúdo programático:
- Como usar o Facebook, Youtube e Twitter para compartilhar esperança.
- Como dar estudos bíblicos pela Internet.
- Como direcionar o potencial dos adolescentes, jovens e idosos da igreja para evangelismo na Internet.
- Painel de entrevistas e testemunhos com quem já utiliza a internet para o evangelismo.
- Estratégias da Divisão Sul Americana para a Internet.
- Seminário sobre o livro de Daniel – novo curso bíblico.
Palestrantes confirmados:
- Pr.Everon Donato – Ministério Pessoal e Escola Sabatina – DSA
- Pr.Antonio Tostes – Diretor Geral Novo Tempo
- Pr.Arilton Oliveira – Diretor Escola Bíblica Novo Tempo
- Pr.Diego Barreto – Blog Confissões Pastorais e BibleCast
_ Pr. Igor Bolischoski – Colaborador do site “Só boas novas”, de vídeos evangelísticos para a Web
- Débora Teixeira – Analista de Redes Sociais
- Lígia Pacheco – Estrategista de campanhas para web
- Rogério Ferraz – Gerente Web – DSA
- Carlos Magalhães – Gerente Web – NT
- Ísis Barreto – Blog Garota Adventista
Data: 14 de abril de 2013
Horário: 09h00 – 17h00
Local: Auditório da Rede Novo Tempo em Jacareí, SP.
Valor da Inscrição: R$ 22,00
A inscrição dá direito a:
  • Camisa do evento
  • Materiais (Apostila impressa, CD com as palestras)
  • Lanches ( Suco, sanduíche, banana, maçã, barra de cereal e bolo)
Clique abaixo para realizar sua inscrição ou acesse: www.sympla.com.br/forum-adventista-de-instrutores-biblicos-online—sp__11822.html

O Juízo investigativo existe?


O Juízo investigativo existe? A Bíblia comprova esse juízo? 

Em Col. 1:23 é dito que o evangelho já foi pregado? Então, por que Jesus ainda não voltou?
Se eu profetizo algo na minha vida ou na vida de outra pessoa e isso não acontece sou um falso profeta?
Que rainha é essa citada em Jer. 7:18? Essa rainha do céu é Nossa Senhora?
A Igreja Adventista acredita no Paraíso aqui na terra, como os testemunhas de Jeová?
Quem era esposa de Caim?
Como me livrar dos prazeres do mundo?
Podemos nos ajoelhar perante uma cruz como símbolo de adoração?
O inferno existe?

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Por que o sábado deve ser guardado ainda hoje e a circuncisão não é mais válida?

Por que o sábado deve ser guardado ainda hoje e a circuncisão não é mais válida?
Quando Jesus foi tentado ele foi levado em Espírito? Mas como é possível se o espírito não sai do corpo?
Haverá confronto entre o povo de Deus e o Diabo depois do Milênio?
Pedro foi o primeiro Papa? Existe base Bíblica para afirmar isto?
Alguém que aparenta ser homossexual pode liderar departamentos na Igreja?
O texto de I Cor. 8:6 nega a existência da trindade?
Por que os cristãos serão perseguidos?

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Un hombre con cáncer terminal gana maratón mientras empuja a su hija en un cochecito

Un hombre con cáncer terminal gana maratón mientras empuja a su hija en un cochecito
Texas, EEUU.- Iram León, un paciente con tumor cerebral avanzado, ganó un maratón llevando con él en un carrito a su hija de seis años, para que le recuerde así siempre.
sábado 23 de marzo de 2013 - 03:22 p.m.












Iram León, un paciente con tumor cerebral avanzado, ganó un maratón llevando con él en un carrito a su hija de seis años, para que le recuerde así siempre.

Historias como las de Iram León hacen del maratón un deporte no sólo emocionante sino inolvidable.
Y es que Iram, el ganador de la carrera celebrada recientemente en Beaumont, Texas, es un paciente de cáncer que sabe que acabará con su vida, ya que hace dos años y medio los médicos le diagnosticaron un tumor cerebral sin posibilidad de curación en el lóbulo temporal izquierdo.

Fue actual buena condición física la que llevó a este padre de 32 años a participar en el evento deportivo, empujando una silla de paseo en la que iba cómodamente sentada su hija Kiara de seis años.
Su meta no era sólo ganar, aunque lo lograse, sino especialmente dejar un recuerdo imborrable en ella. "Espero que esta experiencia quede grabada en su memoria", dijo León.


La ilusión y la firme decisión de hacerla vivir el ser ganadora de la maratón le impulsó para lograr cruzar en primer lugar la meta después de recorrer los 42,195 kilómetros de la prueba en 3 horas y 7 minutos.
MÁS ALLÁ DE LOS LÍMITES
A causa de la grave enfermedad, León sufre problemas de orientación espacial y problemas de memoria, por lo que tuvo que contar con un ciclista a su lado durante el recorrido. En esta especie de ´carrera contra todo´, Iram cruzó la línea de la meta con la niña cómodamente sentado en una silla de paseo.


Durante la larga carrera, el maratonista llevó consigo los medicamentos para prevenir las posibles convulsiones (que no necesitó), y obtuvo la satisfacción de dejarle a su hija un hermoso recuerdo que la acompañe cuando él ya no esté.
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sábado, 9 de março de 2013

El Refugio Secreto - Pelicula


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4/4 Velar y Orar o Cantar y Bailar

4/4 Velar y Orar o Cantar y Bailar - Seminario la Musica en los Ultimos dias - Karl Tsatalbasidis

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3/4 Formas, Estilos y Problemas con la Bateria

3/4 Formas, Estilos y Problemas con la Bateria - Seminario la Musica en los Ultimos dias - Karl Tsatalbasidis

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2/4 Carros, Caballos, Baterias y el Nombre de DIOS

2/4 Carros, Caballos, Baterias y el Nombre de DIOS - Seminario la Musica en los Ultimos dias - Karl Tsatalbasidis

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1/4 Mas que Ritmo, Melodia y Armonia

1/4 Mas que Ritmo, Melodia y Armonia - Seminario la Musica en los Ultimos dias - Karl Tsatalbasidis

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El Proposito del Reposo Divino - Pastor Hermes Tavera Bueno


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terça-feira, 5 de março de 2013

16 maneiras de destruir um casamento

16 maneiras de destruir um casamento
 
1 – Parar de dialogar de maneira aberta e sincera
2 – Alimentar a ira e ser sempre egoísta, rude e violento(a).
3 – Nunca perdoar seu cônjuge, por menores que sejam os erros dele.
4 – Passar o maior tempo possível deprimido(a) e com pensamentos negativos.
5 – Convencer seu cônjuge de que os filhos são muito mais importantes para você que ele.
6 – Ser sempre indolente e recusar-se a fazer sua parte nas tarefas de casa ou do trabalho.
7 – Gastar dinheiro com futilidades e sempre assumir dívidas altas.
8 – Adquirir vícios ou hábitos nocivos e defender seu direito de conviver com eles.
9 – Não se importar com as necessidades sexuais de seu cônjuge, desde que você obtenha o que deseja.
10 – Habituar-se a ver filmes, revistas ou propagandas com cenas de sexo explícito e comparar com seu marido (esposa) as imagens e, acima de tudo, mencionar a outras pessoas quem você acha mais atraente.
11 – Ser firme com seu marido (esposa) e recusar-se a dizer: “Desculpe-me”, “Perdoe-me” ou “Você está perdoado(a)”.
12 – Tirar Deus e seu cônjuge da lista de prioridades.
13 – Ameaçar pedir divórcio todas as vezes que surgir um conflito entre vocês.
14 – Ter um relacionamento extraconjugal ou alimentar uma paixão por outra pessoa que não seja seu marido (esposa).
15 – Sair de casa e não tentar reconciliar as diferenças.
16 – Desistir de Deus e recusar-se a acreditar que Ele é um Deus de milagres, com o poder de restaurar o amor e a esperança.
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segunda-feira, 4 de março de 2013

Consultório de Família - Depressão tem Cura II


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Entenda a diferença dos dois casos documentados de 'eliminação' do HIV

Entenda a diferença dos dois casos documentados de 'eliminação' do HIV
04/03/2013 19h45- Atualizado em 04/03/2013 19h45

Primeiro caso de cura do HIV foi registrado após transplante de medula.
Bebê de 2 anos nos EUA teve 'cura funcional' ao ser tratado com coquetel.

Luna D'AlamaDo G1, em São Paulo

O primeiro caso registrado de cura do HIV, em um americano de 47 anos conhecido como "paciente de Berlim" – pois ele morava na Alemanha quando descobriu o vírus, em 1995 –, é muito diferente da "eliminação" ocorrida em um bebê de 2 anos e 2 meses anunciada no domingo (3) durante um congresso médico em Atlanta, nos EUA.
"As duas situações são muito distintas. A primeira foi uma cura esterilizante, que se aproxima do conceito de cura que a população geral tem, quando se elimina o vírus do corpo", explica o imunologista e infectologista Esper Kallás, professor de imunologia clínica e alergia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
Isso porque o americano Timothy Brown tinha HIV e leucemia, motivo pelo qual passou por dois transplantes de medula óssea com células-tronco, de um doador que era resistente ao vírus da Aids. Essa característica genética rara, chamada de mutação do receptor CCR5 – que torna algumas pessoas imunes ao HIV –, beneficiou Brown e o deixou sem traços do vírus no organismo.
Indivíduos sem esse receptor não têm a porta pela qual o HIV entra nas células, mas são raros: cerca de 1% da população do norte da Europa.
Já no segundo caso documentado, da criança que se infectou ao nascer – a mãe era soropositiva – e recebeu tratamento após 30 horas, houve a chamada "cura funcional", em que a presença do vírus é tão pequena que ele se mantém indetectável pelos testes clínicos padrões, inclusive de DNA. Condições assim só podem ser identificadas por métodos muito sensíveis, não em laboratórios convencionais de análises clínicas.
Timothy Brown. (Foto: TV Globo/Reprodução) 
Timothy Brown foi curado do HIV após
fazer dois transplantes de medula
(Foto: TV Globo/Reprodução)
"Nesse caso, o bebê ainda tem o vírus dentro do corpo, mas ele seria incapaz de causar um dano ao sistema de defesa, porque se multiplica de forma muito lenta ou nem se replica", diz o médico.
Resposta imune
Segundo Kallás, ainda não é possível saber ao certo como a criança apresentou essa resposta imune.
"Podem ter sido razões genéticas, que tornariam o sistema imunológico dela privilegiado; ou esse vírus seria menos agressivo, ou ainda foi o tratamento que atingiu esse objetivo. Não dá para dizer a relação de causa-efeito", afirma o infectologista.
De acordo com a virologista Deborah Persaud, que coordenou o trabalho americano, o bebê não tinha nenhuma mutação genética que o tornava resistente ao HIV. O tratamento foi feito com três remédios diferentes: zidovudina (AZT), lamivudina e nevirapina.
Na opinião do médico da USP, esse relato é incomum por vários aspectos: pelo fato de a mãe não ter feito o pré-natal e não saber que era soropositiva, por não ter tomado o coquetel anti-HIV e por ter suspendido o tratamento da criança após 1 ano e meio, em janeiro de 2012, durante cinco meses. Quando elas voltaram ao hospital, a menina já tinha quase 2 anos.
"Quando a mãe não faz prevenção, o risco de transmitir o HIV durante o parto, natural ou por cesárea, é de um para três casos. Já entre as mulheres que fazem acompanhamento médico adequado, durante a gestação e após o nascimento da criança, menos de 1% passa a infecção para o bebê", destaca Kallás.
Ele diz que não é recomendado descontinuar o tratamento, como fez essa mãe. Segundo apontou Deborah em entrevista ao site hivandhepatitis.com, é difícil manter as famílias em acompanhamento constante, pois muitas têm dificuldades financeiras e não podem perder manhãs inteiras de trabalho para ir ao médico.
Casos precoces
De acordo com Kallás, ainda não há condições experimentais de testar casos precoces como o desse bebê. Isso porque a maioria d
os pacientes, principalmente quando são infectados sexualmente, chega ao consultório sem saber quando se contaminou. No caso das crianças, porém, é possível identificar esse momento, pois a maioria é no parto.
"Acredita-se que, quanto mais cedo você tratar, menos risco há de o vírus ir para os esconderijos do corpo, em células do sistema imune que 'albergam' o HIV, que fica ali latente. Hoje existe um esforço muito grande para estudar esses esconderijos, mas ainda não conseguimos nada nesse sentido", diz.
Kallás também reforça que esse caso é um relato único, muito bem estudado e documentado, mas não pode ser extrapolado para os cuidados com as crianças e os adultos em geral.
"Esse atendimento não foi planejado como um estudo, que buscava respostas para essa questão. O que ocorreu foi uma constatação, por uma série de coincidências. Já uma pesquisa se faz com amostras, não apenas com acompanhamento", ressalta o infectologista.
De acordo com ele, é preciso tomar muito cuidado para não dar a impressão de que a descoberta resolveu todo o problema da Aids, pois a regra geral indica que a suspensão do tratamento faz o vírus voltar a seus níveis anteriores. Atualmente, 33 milhões de pessoas estão infectadas pelo HIV em todo o mundo.
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Cientistas brasileiros conectam sinais do cérebro de animais pela 1ª vez

Cientistas brasileiros conectam sinais do cérebro de animais pela 1ª vez

Um rato enviou sinais cerebrais que o outro interpretou para executar tarefa.
Trabalho foi liderado por Miguel Nicolelis, em laboratórios no RN e nos EUA.

Tadeu MeniconiDo G1, em São Paulo

Pesquisadores conseguiram, pela primeira vez, conectar diretamente o cérebro de dois animais de forma que eles puderam se comunicar apenas pelos circuitos neurais. A pesquisa foi liderada pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, que trabalha na Universidade Duke, nos EUA, e no Instituto Internacional de Neurociências de Natal Edmond e Lily Safra (IINN-ELS), no Rio Grande do Norte.
Dois ratos – um deles situado no laboratório americano e o outro no laboratório brasileiro – foram conectados diretamente pelos sinais elétricos produzidos no cérebro.
Um rato, situado em Natal, recebia estímulos simples – táteis ou visuais – para exercer uma tarefa. O segundo rato, localizado em Durham, no estado americano da Carolina do Norte, recebia apenas os pulsos elétricos do primeiro e conseguia executar a tarefa, mesmo sem receber os estímulos externos diretamente. Na experiência, o primeiro rato é chamado de “codificador” e o segundo de “decodificador”.
O cérebro do decodificador passou a sentir o que as vibrissas – os “bigodes”, que é por onde os ratos tateiam – do codificador sentiam, sem perder a sensibilidade ao próprio corpo. “É como se você tivesse adquirido duas novas mãos, que você não comanda, mas sente”, comparou Nicolelis.
“Seria exagero falar em telepatia, porque ela fala em transmissão espontânea”, ponderou o neurocientista. “Mas estamos introduzindo um novo meio de comunicação entre animais”, completou.
Miguel Nicolelis (Foto: Reprodução Globo News) 
Miguel Nicolelis (Foto: Reprodução Globo News)
Como chegaram lá
O trabalho publicado nesta quinta-feira (28) pela revista “Scientific Reports” descreve, na verdade, três experimentos feitos pela equipe – a interação direta entre os cérebros foi apenas o terceiro deles.
A primeira experiência foi feita com o estímulo visual. Num espaço com duas alavancas, uma luz indicava ao codificador qual delas ele deveria acionar para receber uma recompensa. Os sinais do cérebro dele eram captados e, a partir daí, os cientistas trabalhavam no computador e recriavam um padrão elétrico com os sinais que o decodificador deveria seguir, de forma a acionar a alavanca correta sem o sinal visual.
Se a transmissão funcionasse, os dois recebiam a recompensa. No entanto, se o decodificador acionasse a alavanca errada, a recompensa para o codificador era menor. Isso serviu para estimulá-lo a transmitir sinais mais claros.
A estratégia foi repetida na experiência seguinte, que testava os estímulos táteis. Com os bigodes, o codificador media o diâmetro de um orifício por onde deveria passar. Mesmo sem senti-lo diretamente, o decodificador também conseguia saber essa medida, devido ao sinal cerebral feito pelo codificador.
A partir daí, os cientistas tentaram a experiência diretamente, sem que o sinal elétrico fosse trabalhado no computador. Na verdade, a transmissão dos sinais dos ratos foi, sim, via internet, mas com um programa que apenas repassava o padrão dos sinais elétricos. “Nós fizemos o mais simples possível, para ter menos intervenção de máquina”, contou Nicolelis.
Aplicações
A experiência em questão foi feita entre dois indivíduos diferentes, mas Nicolelis acredita que uma transmissão semelhante possa ser feita também entre duas regiões dentro de um mesmo cérebro.
Foi o que sua equipe fez em um estudo publicado duas semanas atrás, em que ratos puderam “sentir” a luz infravermelha com o uso de um receptor ligado à parte do cérebro responsável pelo tato. No futuro, o neurocientista brasileiro acredita que esse campo de estudo possa servir, por exemplo, para recuperar a visão de alguém que seja cego devido a uma lesão cerebral, por exemplo.
Mas, na visão do cientista, este não é o único campo que pode se beneficiar da descoberta. “Está abrindo novas áreas de pesquisas inéditas”, garantiu Nicolelis. Na visão do professor, o objetivo é explorar os limites da capacidade de adaptação do cérebro, e esses limites ainda não foram atingidos.
Em experiências futuras, o pesquisador pretende unir a atividade do cérebro de vários animais para resolver questões ainda mais complexas – segundo ele, já há pesquisas em curso conectando quatro ratos. Essa junção de cérebros é chamada de “Brainet”, um neologismo que une as palavras “cérebro” e “rede”, em inglês.
A união entre o cérebro de vários animais tentando resolver problemas cada vez mais complexos podem, segundo ele, ter aplicação também no campo da informática, formando o chamado “computador orgânico”.
“Nós veremos como vários animais interagindo entre si vão resolver problemas que algoritmos não resolvem”, apontou o cientista. A partir daí, desenvolvedores de softwares poderiam ter novas ideias na computação – segundo Nicolelis, há, inclusive, empresas de informáticas interessadas em investir na área.
A pesquisadora Carolina Kunicki, no IINN-ELS (Foto: IINN-ELS/Divulgação) 
A pesquisadora Carolina Kunicki, no IINN-ELS (Foto: IINN-ELS/Divulgação)
Ciência no Brasil
Nicolelis fez ainda questão de enfatizar que o trabalho não seria possível sem a infraestrutura montada no IINN-ELS, em Natal. Lá, a pesquisadora Carolina Kunicki conduziu a parte brasileira dos estudos, que permitiu a conexão entre os dois ratos.
Professor da Universidade Duke, Nicolelis idealizou a construção do instituto no Nordeste brasileiro e conseguiu recursos públicos para ajudar a desenvolver a ciência na região. Recentemente, a relevância do projeto vinha sendo questionada por ex-colegas, que chegaram a publicar um manifesto questionando a conduta do pesquisador.
Além de Carolina Kunicki, também assinam o estudo os pesquisadores Miguel Pais Vieira, Mikhail Lebedev e Jing Wang, da Universidade Duke.
Outro estudo
Na quarta-feira, outro estudo do laboratório de Nicolelis foi publicado pela revista “Journal of Neuroscience”. Neste trabalho, os cientistas mostraram que a atividade na parte do cérebro responsável pelo tato começa antes mesmo que o toque ocorra.
O experimento foi feito com ratos, e mostrou que os animais especulam o efeito que sentirão quando seus bigodes entrarem em contato com um objeto, o que é baseado na visão e nas características que o rato já conhece do objeto. Grosso modo, é como uma pessoa que sabe que vai se queimar se encostar em uma panela quente.
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Problema em mandíbula e músculos agrava enxaqueca

Problema em mandíbula e músculos agrava enxaqueca, aponta estudo

Pesquisa da Unesp Araraquara avaliou 89 mulheres com dores de cabeça.
Tratamento conjunto de médico e dentista foi o que teve mais eficiência.

Do G1 São Carlos e Araraquara

Uma pesquisa da faculdade de odontologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Araraquara aponta que problemas nas articulações da mandíbula e alterações nos músculos da mastigação podem agravar as enxaquecas em mulheres. Um estudo feito com voluntárias mostrou que as dores de cabeça foram amenizadas significativamente com um tratamento conjunto de médico e dentista.
A pesquisa foi realizada com 89 mulheres que já apresentavam problemas com enxaqueca e diagnóstico de disfunções temporomandibulares (DTM), que são alterações nos músculos da mastigação gerada por hábitos como ranger os dentes, além de outras dores causadas nos músculos do corpo que refletem na mandíbula.
Eliana Alécio Piqueiras, uma das voluntárias da pesquisa, conviveu durante anos com a enxaqueca. “As crises eram semanais e dores fortes que tinha que tomar injeção para aliviar, porque dava náuseas e vômitos por causa da dor”, disse.
Ela já havia feito tratamento, mas o quadro só melhorou depois que participou da pesquisa. Outras mulheres foram voluntárias e todas tinham o mesmo perfil: além das fortes dores de cabeça, sentiam dores na face, a chamada DTM. “É um conjunto de problemas que podem comprometer todo o aparelho mastigatório. Os músculos que fazem com que a gente possa mexer a boca e as articulações que ficam na frente dos ouvidos”, disse a pesquisadora Daniela Godoi Gonçalves.
A DTM pode agravar os casos de enxaqueca. “Elas acontecem em áreas muito próximas, então seria a face, os músculos e a própria cabeça em si. Onde essa dor é processada, que é no cérebro, no sistema nervoso central, também é numa mesma região do cérebro, então uma acaba fazendo com que a outra seja mais intensa e que aconteça com mais frequência”, explicou Daniela.
89 mulheres com dor de cabeça foram avaliadas na Unesp Araraquara (Foto: Adriano Ferreira/EPTV) 
89 mulheres com dor de cabeça foram avaliadas
na Unesp Araraquara (Foto: Adriano Ferreira/EPTV)
O trabalho de avaliação das mulheres durou sete meses e o grupo que mais apresentou evolução foi o das mulheres que receberam os dois tratamentos ao mesmo tempo: o médico, para curar as dores de cabeça, e o odontológico, para acabar com as dores na face.
A intensidade das dores foi diminuindo ao longo do tempo em todos os pacientes. Quem recebeu o acompanhamento dos dois profissionais desde o início teve resultados ainda melhores. “Esse era o objetivo. Apontar que quando você trabalha em conjunto, esses pacientes tem uma melhora na sua dor de cabeça”, afirmou Daniela.
Para Eliana, foi recomendado o uso de uma placa para evitar que ela rangesse os dentes e, com isso, as dores acabaram. “A melhora foi muito grande e a qualidade de vida melhorou”, disse.
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Saúde e interculturalidade


Compreender o outro para melhor curá-lo

No âmbito sanitário é comum o encontro entre pacientes e pessoal de diversas culturas; o diálogo às vezes é difícil. Legenda:
No âmbito sanitário é comum o encontro entre pacientes e pessoal de diversas culturas; o diálogo às vezes é difícil. (Keystone)
Por Daniele Mariani, swissinfo.ch
27. Fevereiro 2013 - 11:00
Os médicos e os enfermeiros deparam-se, cada vez mais, com pacientes originários de outras culturas. Para superar as incompreensões, um envolvimento intercultural junto ao processo de cura é mais do que necessário, revela a especialista Myriam Graber.
A população de origem estrangeira aumenta ano após ano, na Suíça. Essa evolução representa um desafio para os médicos e as enfermeiras. Já faz alguns anos que a dimensão antropológica da cura tornou-se um vetor importante na formação do pessoal médico.
Myriam Graber, enfermeira, se ocupa das questões interculturais no ambiente hospitalar e clínico há muito tempo. Ela é pesquisadora na Escola universitária profissional HE-Arc de Neuchâtel (oeste) e está escrevendo uma tese de doutorado sobre os processos de integração dos estudantes de enfermaria que chegaram dos países da África-subsaariana. Até mesmo o pessoal médico, vem de horizontes culturais cada vez mais diferentes entre si.

swissinfo.ch: O que significa aplicar uma visão intercultural quando se trata de cura?

Myriam Graber: Trata-se de um processo com muitas etapas. Antes de mais nada é preciso tomar distância da própria cultura, refletir sobre os próprios valores. O objetivo é de se dar conta que tudo aquilo que se faz em matéria de saúde é baseado nesses valores.
Se uma pessoa tem consciência disso, é possível alcançar alguma “neutralidade” cultural. E assim, pode-se relativizar os próprios valores. Além disso, tenta uma abertura aos valores dos outros.
A segunda etapa é a tentativa de compreender qual é o contexto de referência cultural do paciente.
A esta altura, a mediação e a negociação entram em jogo. O objetivo é encontrar um ponto em comum com o paciente sobre como ele pode ser curado, ou seja, descobrir o que ele pode aceitar ou não. E vice-versa sobre aquilo que o pessoal médico pode ou não aceitar em função do código deontológico.

Migrant Friendly Hospitals

Desde 2002, a União Europeia promove o projeto Migrant Friendly Hospitals. Este programa visa dar respostas adequadas às necessidades específicas dos pacientes que têm diferentes conceitos da saúde e de organização dos serviços médicos. Dessa maneira, todos podem ter acesso aos tratamentos sem discriminação.
Na prática, trata-se de melhorar a organização dos hospitais, deixando-os culturalmente mais adequados, além de reforçar o papel deles na estratégia de promoção da saúde voltada aos imigrantes e às minorias étnicas.
A Suíça também participa desse projeto. O governo federal reservou um fundo de dois milhões de francos para alguns hospitais selecionados em função desse objetivo.
O projeto está inscrito no âmbito do programa “Imigração e saúde”, lançado em 2002, pela Secretaria Federal da Saúde Pública. O objetivo é o reforço das competências dos imigrantes para adaptar o sistema de saúde às suas necessidades.
Esse programa foi criado, sobretudo, em função da prevenção, da formação e do uso de intérpretes interculturais especializados na assistência médica e na promoção da competência multicultural dos profissionais do setor hospitalar.

swissinfo.ch: Pode dar um exemplo?

M.G.: Na África-subsaariana, é comum pensar que a morte de alguém tenha sido obra de um mago ou ao comportamento que o defunto tinha enquanto estava vivo. Os hábitos para acompanhar a pessoa moribunda são bem diferentes dos nossos. As curas paliativas, como as conhecemos, são impensáveis.
Ou pode ocorrer que uma mulher de origem árabe não queira ser tratada por homens. Nem sempre, entretanto, isso é possível. Nestes casos, pode-se usar um conterrâneo que esteja aqui há mais tempo e que pode dar a autorização para que ela seja tratada por homens.
O pessoal médico tem, então, que encontrar uma solução junto com o paciente e sua família, no respeito recíproco. Cada um tem que dar um passo na direção do outro. O próprio paciente não pode nos impor valores que contradizem os nossos.

swissinfo.ch: Como se trabalha no hospital e qual é o nível da formação acadêmica para enfrentar esse problema?

M.G.: O método intercultural, em termos de cura, é conhecido já faz meio século. De alguns anos para cá, porém, a formação nesse setor se intensificou.
Mediadores culturais estão ativos nos hospitais. Mas esse serviço tem um custo. Além disso, nem todas as estruturas hospitalares sabem a quem recorrer.
Muitas vezes, quando é uma questão de compreensão linguística, procura-se alguém que conheça o idioma. Pode-se até mesmo chamar um parente do paciente. No entanto, esta opção é problemática porque, por exemplo, o doente não ousa dizer tudo ou a pessoa que traduz não conta tudo aquilo que lhe foi dito. Depende muito da interação entre os membros da família.
Dito isto, existe ainda, e quase sempre, uma posição muito etnocêntrica, que consiste em dizer “esses pacientes estão aqui, o nosso modo de trabalhar é o correto e eles devem apenas fazer como nós fazemos”.

swissinfo.ch: Em muitas culturas, a doença tem um componente “mágico”. Existe um espaço nos hospitais para as práticas distintas daquelas realizadas pela medicina ocidental?

M.G.: Depende muito do grau de abertura dos hospitais, dos médicos e do pessoal hospitalar em geral.
É necessário lembrar, entretanto, que mesmo os nossos hospitais recorrem a “curandeiros” que praticam o “segredo”. Então eu não vejo uma razão para não deixar espaço a outros tipos de remédios. O importante é evitar que eles impeçam a terapia e estejam em contraposição aos nossos valores éticos.

swissinfo.ch: Mesmo em casos assim se trata de negociar, principalmente?

M.G.: Sim. Entre os casos que pesquisamos, teve aquele, por exemplo, de uma paciente grávida que foi para o setor de obstetrícia dizendo que gostaria de ter o bebê no mesmo dia. A parteira explicou que ainda era muito cedo. Realmente, a mulher estava no sétimo mês.
Discutindo com a mulher, a parteira descobriu que a avó tinha feito uma “mandinga”, que ela iria perder o bebê caso ele não nascesse logo. Já que a antecipação nem foi cogitada iniciou-se uma negociação para saber até quando a mulher poderia esperar. Eles acabaram achando uma solução.

swissinfo.ch: Entre os outros aspectos que variam fortemente de uma cultura a outra é a expressão da dor. Como avaliá-la?

M.G.: Em geral tenta-se examinar o nível de sofrimento levando em conta a avaliação do médico, das enfermeiras e do paciente. De qualquer maneira é muito difícil. Cada cultura tem um maneira diferente de manifestar a dor. Para o pessoal médico já é complicado medir a dor de quem lhe é culturalmente próximo. Imagina quando se tratam de pessoas de outras culturas!
Um estudo indica, por exemplo, que os americanos brancos reclamam menos da dor do que os americanos negros. Se levamos em conta alguns casos mais perto de nós constatamos que as pessoas da Somália possuem a tendência de expressar a dor de forma intensa. Algumas vezes essa atitude provoca a nossa incompreensão, não estamos acostumados a isso porque não se age assim na nossa cultura.

swissinfo.ch: Até mesmo o pessoal médico tem origem cada vez mais frequente em horizontes culturais diferentes. Quais são os desafios que se colocam na questão da formação?

M.G.: Principalmente, é uma questão de aprendizagem de códigos sociais. Por exemplo: os estudantes originários da África- subsaariana não encaram as pessoas nos olhos, mais ainda quando estão diante de gente mais velha ou dos médicos. Para eles é um sinal de respeito, para nós, ao contrário, é um sinal de falta de educação.
Ou devem aprender a enfrentar episódios de racismo, que estão na ordem do dia. O que fazer com um paciente que recusa um tramento porque o enfermeiro tem uma cor diferente da sua?
Por outro lado, eles nos dão muito porque trazem uma experiência e um modo de viver diferentes. Possuem uma enorme paciência e uma grande competência em matéria de comunicação.

Menina de 3 anos perdida se salva abraçada a cão a 5 graus abaixo de zero

Menina de 3 anos perdida se salva abraçada a cão a 5 graus abaixo de zero
Atualizado em 4 de março, 2013 - 05:43 (Brasília) 08:43 GMT

Julia foi encontrada ao lado do cachorro em um pântano a vários quilômetros de sua casa
Uma menina polonesa de 3 anos que desapareceu de casa na sexta-feira foi provavelmente salva ao passar a noite abraçada ao cachorro de estimação da família em temperaturas abaixo de zero, segundo membros do Corpo de Bombeiros que a encontraram.
A menina, chamada Julia, foi encontrada na manhã do sábado ao lado do cachorro Czarek em um pântano a vários quilômetros de sua casa, no vilarejo de Pierzwin.
Ela foi levada a um hospital, onde se recupera dos efeitos da exposição ao frio de -5 graus.
Segundo o bombeiro Grzegorz Szymanski, o calor do cão foi suficiente para manter a menina viva e foi o fator primordial para a sua sobrevivência.
"O animal ficou ao lado da menina a noite toda, não saiu do de perto. Observe que fazia 5 graus abaixo de zero e a criança estava molhada", observou.

Buscas


Para bombeiros, calor de Czarek foi suficiente para manter a menina viva em temperaturas negativas
As buscas por Julia mobilizaram mais de 200 pessoas durante a madrugada de sábado. Acredita-se que ela tenha passado horas vagando pela floresta próxima à sua casa.
Os pais da menina disseram que a haviam deixado brincando com o vira-latas preto no jardim de casa, quando ela desapareceu.
Os bombeiros a localizaram após a ouvirem chorando e chamando a mãe.
Segundo a família da menina, ela e o cão sempre foram inseparáveis.
"Ela estava com o cachorro o tempo todo. Não ia a lugar nenhum sem ele", afirmou a avó de Julia, Danuta Balak.
"Quando eu estava cuidando dela, na minha casa, ela dizia: 'Vovó, chama o Czarek para entrar em casa'. E me pedia para cortar pão para que ela pudesse dar a ele", contou.
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HIV

Apesar de avanços, cura do HIV para maioria 'ainda está longe'
Atualizado em 4 de março, 2013 - 18:37 (Brasília) 21:37 GMT
Foto: SPL
Tratamento bem sucedido em criança americana pode ser exceção
Médicos dos Estados Unidos conseguiram o que está sendo chamado de cura "funcional" do vírus HIV em uma criança de 2 anos.
De acordo com os americanos, uma menina soropositiva do Estado do Mississippi (sul do país) não demonstra sinais de infecção pelo vírus após deixar o tratamento por cerca de um ano.
A cura livrou a criança de uma vida que seria marcada pelo alto consumo de medicamentos, o preconceito e o dilema de contar a amigos e familiares sobre a doença.
Mas, além da história de triunfo dos médicos, surge uma grande questão: esta descoberta coloca o mundo mais perto de uma cura para o vírus que provoca a Aids?
No caso da garota americana existem circunstâncias especiais: os médicos conseguiram atingir o vírus muito cedo e com muita força. Isto não é possível em adultos, que descobrem que contraíram pelo HIV meses e até anos depois da contaminação, quando o vírus já está completamente estabelecido.
Também não se sabe ainda como o sistema imunológico de um bebê recém-nascido pode afetar o tratamento. Bebês conseguem grande parte da sua proteção contra doenças a partir do leite materno.
Uma coisa é certa - esta abordagem não irá curar a grande maioria dos portadores do vírus. O que levanta a dúvida: haverá um dia esperança para os que vivem há décadas com o HIV?

Tratamento

Foto: BBC
Acesso a coquetel de medicamentos antiretrovirais é restrito
O vírus da Aids não é mais o assassino que costumava ser. Ele apareceu primeiro na África no começo do século 20 e se transformou em um problema de saúde global na década de 1980. Nos primeiros anos da epidemia, não havia tratamento.
O vírus matou mais de 25 milhões de pessoas nas últimas três décadas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
A partir da metade da década de 1990 surgiram as terapias com antiretrovirais, e o impacto que tiveram no número de mortes por Aids foi dramático.
As pessoas infectadas com o HIV que têm acesso a esse tratamento podem ter uma expectativa de vida normal, mas nem todas conseguem. Cerca de 70% das pessoas que vivem com o HIV estão na África ao sul do deserto do Saara, onde o acesso aos medicamentos é relativamente limitado.
A busca pela cura continua.
"Sempre presumimos que era impossível, mas começamos a descobrir coisas que não sabíamos antes, e (isso) está abrindo uma fenda na blindagem", disse à BBC o pesquisador John Frater, da Universidade de Oxford.

Escondido

Depois que uma pessoa é infectada pelo HIV, o vírus se espalha rapidamente, infectando células em todo o corpo. Ele se esconde dentro do DNA, onde não será afetado pelas terapias.
Já existem agora medicamentos experimentais para tratamento de câncer que poderiam tornar o vírus mais vulnerável.
"Este é um momento muito animador, mas não é a resposta no mundo atual. Temo que por querer uma cura tão desesperadamente nos esqueçamos das questões de custo e eficiência, que fazem a diferença."
Jane Anderson, professora do Hospital Homerton, em Londres
"(O medicamento) ataca o vírus dentro da célula e o deixa visível para o sistema imunológico. Poderemos alcançá-lo com uma vacina", afirmou Frater.
No entanto, a abordagem requer medicamentos que façam com que o vírus fique ativo e uma vacina que treine o sistema imunológico para acabar com ele. E isso não é algo que está próximo de ser descoberto.
Outro caminho sendo considerado envolve uma mutação rara que faz com que as pessoas fiquem resistentes à infecção.
Em 2007, Timothy Ray Brown se transformou no primeiro paciente que teria erradicado o vírus.
Seu sistema imunológico foi destruído como parte de um tratamento de leucemia. Em seguida, ele foi restaurado graças a um transplante de células-tronco de um paciente com a mutação.
Um pouco de engenharia genética também poderia ajudar a modificar o sistema imunológico do próprio paciente, para que ele adquira a mutação protetora.
Mas, novamente, esta é uma perspectiva distante.

Medicina experimental

Para o presidente do programa de vacina da Aids da Grã-Bretanha, Jonathan Weber, professor da universidade Imperial College, no sul da Inglaterra, não há um consenso nos tratamentos para os que já estão infectados.
Foto: AFP
Transmissão do HIV de mãe para filho pode ser evitada
"Para a infecção estabelecida nós temos algumas ideias, mas tudo ainda nos domínios da medicina experimental. Não há um consenso e nenhum caminho claro (a ser seguido)", afirmou.
Para Weber, uma cura seria a solução para o problema dos gastos, já que dar remédios para as pessoas todos os dias para o resto de suas vidas pode ser muito caro.
A professora Jane Anderson, do Hospital Homerton, em Londres, prefere ser mais cautelosa sobre a possibilidade de uma cura para a Aids depois do caso nos Estados Unidos.
"Este é um momento muito animador, mas não é a resposta no mundo atual. Temo que, por querer uma cura tão desesperadamente, nos esqueçamos das questões de custo e eficiência, que fazem a diferença", afirmou.
Quase todos os casos de transmissão do HIV da mãe para a criança podem ser evitados com medicamentos, com a escolha pela cesariana e evitando que a mãe amamente o filho.
Em adultos, a maioria dos casos de infecção por HIV ocorre como resultado de sexo sem o uso de preservativos.
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