Por Renato Cavallera em sábado, 27 fevereiro 2010

FONTE:
"Na pregação do evangelho está incluído muito mais que meramente fazer sermões. Deve esclarecer-se o ignorante, erguer-se o desanimado, os enfermos devem ser curados. A voz humana deve desempenhar sua parte na obra de Deus. Palavras de bondade, simpatia e amor devem dar testemunho da verdade. Ferventes e sinceras orações devem trazer para perto os anjos."RH,12/11/1895
A tempestade “Xynthia”, que durante o fim-de-semana tem vindo a assolar o Centro e o Norte de França, já provocou a morte de, pelo menos, 40 pessoas.
Os números, provisórios, foram avançados pela Protecção Civil francesa. A região da Vendeia, no Oeste do país, foi a mais castigada pelo mau tempo, com 12 vítimas mortais já confirmadas.Além das vítimas mortais, o mau tempo deixou mais de um milhão de casas sem electricidade. A tempestade “Xynthia” já é considerada a pior intempérie a atingir a França desde 1999, quando o mau tempo provocou a morte de 88 pessoas.
Das Dores, Dos Remédios, Saúde, Alívio. Você também deve conhecer alguém com um desses nomes. Pessoas que no nome ou no corpo passam pela vida como se fosse um vale de dor, gemidos e lágrimas. Nos leitos de hospitais, em camas caseiras, nas esquinas, ruas e praças, há alguém dolorido. Mulheres e homens, cada um com sua estrutura, estão suportando dores mais ou menos intensas. Conviver com elas significa quase nenhum prazer, simpatia e ânimo. Em alguns, ela é lenta, em outros é rápida e fulminante. Acompanha-nos desde o nascimento e por vezes tira o fôlego, nos muda de cor, paralisa, derruba, nos leva a condição de desespero e total dependência. Percebemos que alguns seres em momentos de dor extrema têm atitudes positivas. Tranqüilidade e esperança estão em suas palavras e gestos. Isso é possível por quê?
Aquele que suportou sobre si o fardo de todas as pessoas, sentindo a dor que não merecia, não escondeu as lágrimas, não reprimiu calafrios agonizantes. A dor foi tamanha que fez transpirar gotas de sangue, explodiu o coração comprimido. Apesar dos espinhos cravados na cabeça, mãos e pés transpassados, peito perfurado, sede e vergonha massacrantes, esse homem teve equilíbrio emocional, esperança profunda, confiança exemplar. Entre dores carnais e espirituais deu orientações, fez recomendações, perdoou e transplantou o coração ladrão do bandido crucificado ao lado.
Ele se preocupou com a dor de seus familiares, amigos e inimigos. Horas antes de ser condenado injustamente, lavou os pés imundos dos discípulos. Deu graças e repartiu o pão. O Mestre que foi desfigurado sabia o fim desde o começo, porém, não antecipou as dores. Isso lhe diz algo? O Libertador foi rejeitado e desprezado por todos; não era bonito nem simpático, nem tinha nenhuma beleza que atraísse a atenção. Ninguém se importou com ele. Andou na contramão, correu todos os riscos, se contorceu, aceitou o cálice mais amargo, pagou alto preço para que nossas feridas fossem saradas.
Infelizmente, é grande o número de pessoas que carregam uma pesada cruz e não conseguem fazer dela uma ponte para a vida. A coroa de espinhos, que penetra na cabeça, não lhe lembra que o Rei está no comando? Nossas dores ofuscam a visão, impedindo de olhar para cima, de onde vem o socorro. Temos dificuldade para entregar o espírito nas mãos do Pai. A exemplo do malfeitor preso no madeiro; reclamamos, duvidamos, padecemos pendurados na descrença. Sugamos da esponja do gólgota todo liquido entorpecente, escolhendo a inconsciência em vez da razão. Sujeitamos-nos a dar o grito da maioria, liberamos o Barrabas anônimo e levamos para a nossa cruz de cada dia o Famoso Carpinteiro. Esquecemos que só nele o coração pode descansar, não importa o turbilhão de emoções negativas.
Em meio à dor, é possível aprender, ensinar, morrer para caprichos pessoais, reviver. O amor cura. “As montanhas podem desaparecer, os montes podem se desfazer, mas o meu amor por você não acabará nunca”. A declaração narrada por Isaías, no verso dez do capitulo cinqüenta e quatro, é do autor da mais importante obra: nós. Ele prometeu cessar a dor e o pranto. Dá novas forças aos cansados, dá alento, lenitivo para você. Os sussurros da alma, consciente ou não, são sentidos no amorável coração. Não há uma dor sequer que não seja percebida. O Redentor lhe compreende. Debruce a cabeça pesada de preocupação sobre o peito dele, e ouvirá em cada pulsação: “Acalme-se! O Poder que criou o céu, a terra, o mar e tudo que neles há, está à sua disposição”.
Experimente se refugiar no esconderijo do Senhor da vida. Valorize o sacrifício salvívico. O Cordeiro que tira a dor do mundo, com gemidos inexprimíveis sofreria tudo sozinho, só por você. Se for seu desejo, peça agora fôlego de esperança. Confie, relaxe, faça a sua parte.
J.Washington F. Alves é jornalista, radialista e escritor.
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Texto extraído do livro E agora? A pergunta da vida.
Não se lhe conhece a dimensão exacta, nem o impacto ambiental, ou os efeitos na cadeia alimentar, mas a confirmação aí está: à semelhança do que acontece no Pacífico Norte, também no Atlântico Norte, numa extensa zona localizada entre a costa leste da Florida e as Bermudas, existe uma enorme lixeira flutuante, para onde convergem plásticos de todos os tamanhos e feitios.
A descoberta daquela "ilha" feita de lixo de plástico foi anunciada em Portland, nos Estados Unidos da América, na conferência Ocean Sciences Meeting, que hoje ali termina.
Durante as duas últimas décadas, investigadores da Sea Education Association, uma organização para a investigação oceânica daquele país, recolheram dados na região, num total de 6100 recolhas de amostras com redes puxadas ao longo de diferentes percursos no Atlântico, junto às Caraíbas, e no Atlântico Norte, ao largo da costa leste norte-americana.
Em mais de metade dos percursos, os investigadores recolheram plásticos que flutuavam à superfície do mar, juntamente com organismos marinhos.
O problema dos resíduos de plástico no Atlântico tem sido "muito ignorado", afirmou à BBC News a coordenadora da investigação, Kara Lavender Law, da Sea Education Association, sublinhando que a sua equipa identificou uma região "a norte, no oceano Atlântico, onde os lixos de plástico parecem estar concentrados", permanecendo ali durante longos períodos de tempo.
"Mais de 80 por cento dos pedaços de plástico que recolhemos nas redes foram encontrados entre os 22 e os 38 graus norte, portanto temos uma latitude onde este lixo está a cumular-se", adiantou a mesma investigadora à BBC News.
De acordo com os dados recolhidos pelos investigadores, a larga maioria dos restos de plástico tem origem em produtos de embalagens destinadas aos consumidores ou em sacos de plástico, e não têm mais de um centímetro de dimensão.
A densidade máxima destas manchas de lixo flutuante encontradas pela equipa foi de 200 mil pedaços de plástico por quilómetro quadrado. "Isto é comprável à ilha de plástico flutuante que existe no Pacífico", explicou Kara Lavender Law.
Resta saber qual é o impacto deste lixo na vida marinha, na região. Os investigadores sabem que muitos seres marinhos consomem este plástico, o que tem impacto negativo nas aves, mas tudo isso está ainda por estudar.
FONTE
http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1504953&seccao=Biosfera
O presidente francês, Nicolas Sarkozy, é ajudado pelo ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, após pisar em falso em escada ao sair do avião (Foto: AP)
Entre as falhas cometidas, Sarkozy citou "uma forma de cegueira quando não vimos a dimensão genocida do governo do presidente que foi assassinado (Juvénal Habyariama). Além disso, cometemos erros na Operação Turquesa, que foi realizada tarde demais (...)". A Operação Turquesa foi uma medida militar e humanitária iniciada pelo Exército francês em junho de 1994, três meses depois do início do genocídio. O presidente francês pediu que os responsáveis pelo genocídio sejam encontrados e castigados. "Não há nenhuma ambiguidade. Disse ao presidente Kagame: os que fizeram isso, onde quer que estejam, devem ser encontrados e castigados", declarou. Depois do genocídio de 1994, o governo de Paul Kagame acusou a França de cumplicidade por ter apoiado Juvénal Habyarimana. Paris sempre rejeitou a acusação.
O atentado que matou Habyarimana, de etnia hutu, desencadeou uma onda de ataques que resultou no genocídio. A maior parte das vítimas foi da população pertencente à etnia minoritária do país, os tutsis. A rivalidade entre os dois grupos étnicos em Ruanda é histórica.
Pouco antes, Sarkozy homenageou as vítimas do massacre ao visitar o momumento fúnebre erguido em Kigali. "Em nome do povo francês, me inclino ante às vítimas do genocídio dos tutsis (...), a humanidade manterá para sempre a memória destes inocentes e de seu martírio", escreveu Sarkozy no livro de ouro do monumento fúnebre.O chefe de Estado francês, acompanhado dos ministros ruandeses das Relações Exteriores, Louise Mushikiwabo, e da Cultura, Joseph Habineza, respeitou um minuto de silêncio diante de 14 fossas comuns do monumento, onde foram enterrados os corpos de mais de 250 mil vítimas, e depositou uma coroa de flores. Sarkozy, ao lado de seu ministro das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, e de uma delegação francesa, visitou durante cerca de 20 minutos o museu que relata a história de Ruanda da colonização belga até o genocídio. A visita de Sarkozy, a primeira de um presidente francês desde o genocídio, ocorreu três meses depois da retomada oficial das relações diplomáticas entre os dois países.
FONTE:
Cientistas norte-americanos e britânicos estão alterando a genética do Aedes Aegypti para suprimir sua população.
O objetivo dos cientistas é que os machos transgênicos de Aedes Aegypti que eles estão criando cruzem com fêmeas para gerar outras fêmeas que herdem um gene que limita o crescimento das asas, criando uma população de mosquitos com capacidade de voar limitada.
A dengue afeta até 100 milhões de pessoas por ano em todo o mundo. Os cientistas dizem que o método pode ser usado para conter a propagação de outras doenças transmitidas por mosquitos, como a malária.
Fontes:
G1 - Cientistas criam mosquito transgênico para conter dengue
http://opiniaoenoticia.com.br/vida/ciencia/um-mosquito-transgenico-contra-a-dengue/?ga=plto
Mientras que Alemania es el país del blanqueo de dinero de las mafias italianas, y sirve de punto de encuentro para la venta de armas del Este, España se ha convertido en la puerta de acceso de la mafia italiana al narcotráfico procedente de Iberoamérica. Cosa Nostra, la Camorra y la ´Ndrangheta hace tiempo que dejaron de ser un problema interno italiano para convertirse en una realidad global que afecta a toda Europa, y que se extiende de forma progresiva por los cinco continentes.
La mafia siciliana, Cosa Nostra, sigue manteniendo sus principales bases operativas en Estados Unidos. La camorra napolitana, por su parte, se expande principalmente por España e Iberoamérica. Pero durante los últimos años la mafia que más se ha extendido fuera de Italia es la ´Ndrangheta calabresa, que controla el mercado mundial de la cocaína en estrecho contacto con los narcos colombianos y mexicanos, y que se ha asentado sobre todo en España y Alemania.
Vivir en la sombra
Hasta el presente se ha hablado poco sobre esta mafia porque la delincuencia organizada calabresa es un tipo de organización criminal que gusta de permanecer en la sombra, al margen del mundo mediático. Aunque en los últimos meses, acciones como la manifestación de inmigrantes en Rosarno, a principios de año, o las bombas a la entrada del Tribunal de Reggio Calabria, en enero, han desencadenado una preocupación social que hasta el momento no existía por simple desconocimiento del problema.
El presidente de la Comisión Parlamentaria Antimafia hasta 2008, Francesco Forgione, se ocupó personalmente de la redacción de un informe sobre esta organización que él bien conoce al estar enraizada en la región que le vio nacer. El documento, presentado ante la Unión Europea, ponía de manifiesto el poder de la ´Ndrangheta a nivel internacional, lo que llevó a Estados Unidos a incluir a esta organización entre las diez más peligrosas del mundo, equiparándola a la propia Al Qaida.
Según han constatado a ABC magistrados y policías de las regiones de Campania, Calabria y Sicilia, el verdadero poder de las mafias italianas estriba en su gran capacidad económica, que en tiempos de crisis en las finanzas mundiales constituye una sólida reserva. Francesco Forgione señala en su último libro, «Mafia Export. El modo en que ´Ndrangheta, Cosa Nostra y Camorra han colonizado el mundo», cómo Europa debería estar atenta a pequeñas señales, como el aumento de las detenciones de mafiosos fuera de Italia.
En los últimos nueve años han sido arrestados más de 150 cuadros dirigentes de Cosa Nostra, la Camorra y la ´Ndrangheta fuera de las fronteras italianas. Desde el año 2000, en España han sido detenidos 36 jefes mafiosos incluidos en la lista de los más peligrosos de los tres principales grupos mafiosos italianos.
Los camorristas napolitanos se asientan principalmente en Madrid y Barcelona, donde viven y operan varios capos del temido clan «Alianza de Secondigliano». Pero también en la Costa del Sol: en Fuengirola, donde se ha instalado el Clan Lauro, y sobre todo en Marbella, donde son varios los clanes asentados en la zona.
Cosa Nostra, en cambio, se expande poco geográficamente. En Europa, prefieren también España, donde en 2000 y 2001 fueron arrestados dos de sus más importantes jefes.
La ´Ndrangheta de Calabria, por su parte, se concentra en la capital española, donde está localizado el clan narcotraficante de Pannunzi; en Algeciras, donde se asienta la «cosca» -como se llaman los grupos criminales en Calabria- Cicero; y en Palma de Mallorca, punto emblemático de control de varios grupos ´ndranghetistas.
Las principales «inversiones» de estas tres familias mafiosas para el blanqueo de capitales en España son las compras de hoteles, restaurantes, discotecas e inmuebles de todo tipo, no sólo villas de lujo, como podría pensarse.
La caída de Santo Maesano
Uno de los ejemplos que mejor evidencia el poder de la ´Ndrangheta en España fue el arresto, el 20 de mayo de 2002, de Santo Maesano, jefe de la familia homónima, que controla el mercado europeo de la cocaína. Cuando Maesano fue internado en la prisión de Valdemoro, comentaba a sus afiliados que era como estar en un hotel sin restricción alguna, por lo que desde allí siguió llevando adelante la «empresa familiar».
FUENTE:
ABC - ESPAÑA
http://www.abc.es/20100222/internacional-internacional/mafia-echa-redes-espana-20100222.html