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sábado, 6 de junho de 2015

DEPRESSÃO


FONTE

´´Cinquenta Tons de Cinza´´

A carta de uma psiquiatra sobre ´´Cinquenta Tons de Cinza´´ para os jovens

Abuso emocional

Abuso emocional pode ser tão prejudicial quanto o abuso sexual

Uma triste notícia para o seu dia: crianças que são abusadas emocionalmente sofrem as mesmas conseqüências de saúde mental que aquelas que sofrem abusos físicos ou sexuais – e, em alguns casos, crianças abusadas psicologicamente podem até ser mais prejudicadas. Esse é o resultado de um novo relatório da Associação Americana de Psicologia que acaba de ser publicado na revista Psychological Trauma. 

abusador emocional

Por que não se deve argumentar com um abusador emocional

Por Berit Brogaard
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“Eu passei várias semanas organizando os papéis e arquivos domésticos que Ernie e eu havíamos acumulado por mais de 20 anos. Após uma triagem, eu categorizei tudo e criei um código com cores para os arquivos: Negócios, médico, seguro, pessoais, etc. O resultado foram três gavetas de arquivos. Foi um trabalho longo e enfadonho. Às vezes eu falava para Ernie sobre como o trabalho estava progredindo. Finalmente, depois de duas semanas de trabalho, eu estava feliz por ter concluído. Eu disse: ´´Ernie, terminei os arquivos. Deu muito trabalho”. Eu abri as gavetas e mostrei o que tinha feito. Ele disse: ‘´Uau! Estou impressionado´’. Com um sorriso, eu disse, ´’Você está?’´. Ele respondeu com uma voz estranha: ‘´Estou impressionado com a forma como você fez para esses nomes caberem em todas essas pequenas etiquetas´’. Eu disse, ´’Oh, Ernie, eu os digitei. Essa não foi a parte mais difícil…”. Ele me interrompeu com um olhar sério e disse: ´’Bem, eu acho que foi”.

7 dicas para não se deixar influenciar por pensamentos negativos

7 dicas para não se deixar influenciar por pensamentos negativos


A terapia cognitiva, segundo Judith Beck (1997), baseia-se no modelo cognitivo de que as emoções e os comportamentos das pessoas são influenciados pela sua percepção dos eventos.
Não é uma situação isolada que determina o que o indivíduo sente, mas o modo como ele interpreta tal situação. De um modo geral, esses pensamentos são rápidos e avaliativos, e não são resultantes de deliberação e raciocínio. Portanto, esses pensamentos parecem surgir automaticamente, de repente, provocando uma emoção como marca.

MUDAR SITUAÇÕES


Como mudar a sua atitude quando você não puder mudar a sua situação

Por: David Zulberg
Às vezes, mudar as suas circunstâncias físicas não é possível – ou não é possível no tempo necessário, ou você pode querer uma mudança menos drástica, mas você ainda quer ser mais feliz. Você não pode arranjar um novo emprego imediatamente ou você topa regularmente com aquele amigo que faz você se sentir mal, que opções lhe restam?
Mude sua percepção, crença ou opinião sobre a situação – isso vai ajudá-lo a mudar de atitude.

Como orar quando alguém nos faz sofrer?

Como orar quando alguém nos faz sofrer?

Dê a você mesmo(a) a oportunidade de desabafar com Aquele que é todo-poderoso e pode remediar as coisas.

Existem pessoas que os fazem sofrer. Sabendo ou não, querendo ou não, elas nos fazem passar por maus momentos. Suas palavras nos machucam, suas atitudes nos humilham, e somos negativamente afetados pela sua falta de responsabilidade, sua infidelidade, seu temperamento instável, seus esquecimentos e negligências.

pastor Edemar Lamarques - No Mesmo Lugar, em Mundos Diferentes!


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Pr Claudio Duarte - Falarmos despidos de hipocrisia


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quinta-feira, 5 de março de 2015

Cura das Doenças Psiquiátricas - Dr. Jea Myung Yoo

Cura das Doenças Psiquiátricas - Dr. Jea Myung Yoo

Medicina Genômica e Cura das doenças. Ministrado pelo Dr. Jea Myung Yoo na Igreja Adventista do Sétimo dia da Asa Norte. Quinta dia 07 de Agosto de 2014.
https://www.youtube.com/watch?v=gJ68tH5jzH8
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sábado, 15 de novembro de 2014

10 comportamentos que podem estar impedindo você de ser feliz

10 comportamentos que podem estar impedindo você de ser feliz




Felicidade é um termo muito abrangente e subjetivo e, muitas vezes, difícil de ser explicado.
Os motivos pelos quais uma pessoa é feliz ou infeliz são relativos, mas eu acredito que muitos deles venham das conquistas, realizações pessoais e da satisfação com a própria vida ou da falta de tudo isso.

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sábado, 26 de janeiro de 2013

Nenhum ateu pode ser bom sem Deus

Nenhum ateu pode ser bom sem Deus

Ao ler o título deste artigo você pode estar pensando que sou mais um fundamentalista religioso que defende o cristianismo com “unhas e dentes”, e que não tem a mente aberta para outra visão de mundo que não seja o cristianismo.
Antes de fazer um pré-julgamento, peço que acompanhe até o final esta minha breve análise, para ver que minha afirmação é baseada na origem dos valores morais e que não estou sendo fanático e nem arrogante. Negar que há ateus com uma vida moral exemplar é absurdo, e sei que há também agnósticos que fazem mais o bem pela sociedade do que muitos religiosos.
Portanto, o que questiono não é se o ateu pode ou não ser bom. Se eu questionasse isso mereceria ser processado por difamação e até mesmo sofrer disciplina eclesiástica por dizer “falso testemunho” contra meu próximo (Ex 20:16). O meu pressuposto é que o ateu precisa de Deus ser ele quiser justificar a própria bondade. Como assim? Vou explicar.
Se Deus não existe, um ateu não possui um padrão moral objetivo para definir o que é certo ou errado. Se a moralidade é algo “relativo” ou determinado apenas por convenções culturais, como um descrente pode alegar que Adolf Hitler estava errado em massacrar milhares de judeus?
Sem o Criador da moral, que padrão objetivo pode existir para eu definir que Madre Tereza de Calcutá era uma pessoa melhor do que Hitler, por exemplo?
Muitos ateus são defensores dos animais por que acreditam ser errado maltratar aos animaizinhos. Mas, se Deus não existe, que base tem um ateu para condenar as touradas, em que milhares de animais são torturados para “dar prazer” a um público que não tem o verdadeiro amor pela natureza?
Afinal, se a moralidade é definida pela sociedade, então matar tantos touros puramente por prazer é algo bom para as sociedades que a praticam e, assim, um incrédulo ficará sem argumento algum para defender a vida animal em todas as culturas de nosso planeta.
Analisaremos um pouco mais essa questão da moralidade no decorrer deste artigo, para que não restem dúvidas na sua mente de que ser ateu é muito incoerente, caso a pessoa realmente se preocupe em justificar a própria bondade.
O ARGUMENTO MORAL NA BÍBLIA
Romanos 2:12-15 nos mostra que a Lei Moral foi implantada por Deus no coração de todos os seres humanos, até mesmo pagãos. Não é por acaso que, mesmo um ateu não acreditando na Bíblia, ele faz questão de seguir os princípios morais que estão na Bíblia. Leia o texto a seguir:
“Todo aquele que pecar sem a Lei, sem a Lei também perecerá, e todo aquele que pecar sob a Lei, pela Lei será julgado. Porque não são os que ouvem a Lei que são justos aos olhos de Deus; mas os que obedecem à Lei, estes serão declarados justos. De fato, quando os gentios, que não têm a Lei, praticam naturalmente o que ela ordena, tornam-se lei para si mesmos, embora não possuam a Lei; pois mostram que as exigências da Lei estão gravadas em seu coração. Disso dão testemunho também a sua consciência e os pensamentos deles, ora acusando-os, ora defendendo-os.”
As leis morais são valorizadas pelas pessoas de diferentes épocas, culturas e nível intelectual. Por exemplo: tanto o cristão quanto o ateu, muçulmano, índio, judeu, hinduísta, budista, xintoísta (etc.), apesar de possuírem visões de mundo diferentes, acreditam que é errado fazer sexo com a própria mãe. (Sei que há algumas exceções).
Tem que haver uma mente moral suprema que defina essencialmente o que é certo ou errado e que tenha implantado isso em todos. Sem um Legislador (Tg 4:12) não existe, os princípios morais dos Dez Mandamentos, registrados em Êxodo 20:3-17 (Cf. Dt 5:1-21).
Consequentemente, o mundo vira uma bagunça (pior do que já é), pois, cada ser humano poderia definir quando é certo matar, o que é e o que não é adulterar, o que é e o que não é roubo, o que é e o que não é cobiça, e por aí vai.
Portanto, não há padrão moral objetivo sem Deus e um ateu ou agnóstico precisa provar que certos conceitos morais absolutos surjam através de processos macroevolutivos, sendo que na macroevolução, através de seu conceito de seleção natural, não há lugar para moral objetiva. É tarefa para o descrente justificar a existência de um código moral no interior do ser humano, sem a existência de um Legislador (Cf. Is 33:22) para implantá-lo.
ALGUNS ARGUMENTOS ATEÍSTICOS CONTRA A ORIGEM DIVINA DA LEI MORAL
A argumentação ateística é variada e, ao mesmo tempo, insustentável. C. S. Lewis, ex-ateu e que se tornou um dos maiores defensores do cristianismo, refutou cada um desses argumentos em seu livro Cristianismo Puro e Simples (Parte 1), publicado no Brasil pela Martins Fontes. A seguir, apresento uma curtíssima “paráfrase da paráfrase” da refutação a cada um dos principais argumentos ateus. A paráfrase original você poderá ler em Norman Geisler, Teologia Sistemática: Introdução à Teologia, (CPAD, 2010), págs. 32, 33.
  • A Lei Moral é um instinto coletivo: A lei moral não pode ser o resultado de algum tipo de instinto coletivo, senão o impulso mais forte dentro de nós, que nos levasse a fazer coisas más, sempre sairia vitorioso. Além disso, todos os nossos instintos sempre seriam certos e sabemos que isso está longe de ser verdade.
  • A Lei Moral é uma convenção social: Nem tudo o que se aprende por intermédio da sociedade está baseado em convenções sociais como, por exemplo, a matemática ou a lógica. Da mesma maneira, a Lei Moral também não é norma social, pois, se o fosse, as mesmas leis morais não teriam existido praticamente em todas as sociedades, passadas e presentes.
Quando as pessoas falam em “relativismo moral”, não é difícil levá-las a concluir que essa afirmação é na realidade da boca para fora. Pergunte a elas o que pensam da prática hindu em queimar viva uma viúva no funeral do marido. Leve-os a pensar se o abuso infantil pode deixar de ser abuso “dependendo da sociedade” sendo que, não importa em que contexto tal criança viva, ela sempre será prejudicada pelo abuso. Esse tipo de coisas sempre será errado.
O relativismo moral é injustificável, inconsistente, inconsequente, ilógico, improvável e fruto de uma consciência confusa por não ter Deus na vida. Em suma: o relativismo moral é uma aberração, uma ofensa à inteligência e um verdadeiro “culto” prestado à insensatez.
Portanto, a Lei Moral é algo intrínseco ao ser humano, e se os valores morais sempre existem, logo, Deus existe. Apenas um Ser Moral que transcenda a sociedade pode dar razão para a existência de princípios morais universais, pois, nas diferentes culturas, há práticas amorais (exemplo: queimar uma viúva viva durante o velório do marido) que só podem ser condenadas se existir Deus como padrão moral absoluto e transcultural.
  • A Lei Moral faz parte das leis da natureza: A Lei Moral não deve ser identificada com as leis da natureza por que estas últimas são descritivas (são) e não prescritivas (deveriam) como o são as leis morais. Não devemos confundir as duas leis.
  • A Lei Moral é um capricho humano. Essa afirmação é falsa por que não podemos nos livrar da lei moral, inclusive nas situações em que o se livrar dela seria “interessante” para nós. Além disso, se fosse um capricho humano, todos os juízos e valores perderiam o seu significado, inclusive as afirmações: “é errado matar”; “o racismo é errado”.
  • A injustiça desabona o Legislador Moral: a principal objeção ateística contra a existência de um Legislador Moral perfeito é a existência do mal. Os ateus alegam que, se o mundo é imperfeito, não pode existir um Deus absolutamente perfeito.
C.S Lewis deu uma resposta ao ponto quando argumentou que a única forma pela qual poderíamos saber se o mundo é imperfeito, é tendo um padrão absoluto de justiça para que possamos compará-lo com as injustiças do mundo, para sabermos que elas são realmente injustiças! Leia essa análise nas palavras do próprio ex-ateu:

O ser humano, por natureza, acredita em algo. O ateu, acredita que Deus não existe. Por isso, não há escape: o ateu é um grande crente - e com mais fé que nós, cristãos, pois, crê que o nada pode trazer algo à existência.
“O meu argumento contra Deus era que o universo me parecia demasiadamente cruel e injusto. Mas de onde foi que tirei esta ideia de justo e injusto? Um homem jamais pode afirmar que uma linha é torta se não tiver algum tipo de noção do que é uma linha reta [...] Assim, na minha própria tentativa de provar a inexistência de Deus – em outras palavras, que a realidade como um todo era sem sentido -, descobri que eu era forçado a considerar que uma parte da realidade – ou seja, a minha ideia de justiça – estava cheia de sentido. Consequentemente, o Ateísmo passou a ser demasiadamente simplista para mim” (Lewis, Cristianismo Puro e Simples, capítulos 45, 46, da versão inglesa).
Portanto, o mal que existe no mundo, longe de provar que Deus não existe, pressupõe a existência dEle, pois, se Deus não existisse com Seus padrões morais absolutos, como saberíamos o que é o mal?
Novamente precisamos passar a responsabilidade ao ateu em provar que preceitos morais podem surgir como fruto do acaso cego e não através de um preceptor. Se alguém tem que provar algo é o ateu, dando-nos boas razões para a não existência de Deus, a não existência do Legislador da Lei Suprema que está dentro de cada um de nós.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Acreditar em Deus não é algo necessário para a moralidade, pois, os descrentes também reconhecem que todos devem amar os filhos, por exemplo. Porém, Deus é necessário para que uma Lei Moral objetiva possa existir.
Um ateu pode ser bom mesmo não crendo em Deus, mas, não pode ser bom sem Deus. Afinal, precisa de uma base para a ordem moral, e para justificar o que pensa ser amoral, se quiser ser coerente consigo mesmo e com a vida.
Por isso, o filósofo William Craig pôde concluir com precisão:
“Não, nós não podemos ser verdadeiramente bons sem Deus; mas se nós podemos ser bons, em alguma medida que seja, então se segue que Deus existe” (William Lane Craig, Em Guarda: Defenda a fé cristã com razão e precisão. São Paulo: Vida Nova, 2011, p. 159).
No site deusemdebate.com você poderá ter acesso à breve explanação do Dr. Craig sobre o argumento moral, e que foi suficiente para mostrar a incoerência do ateísmo. Acesse o link a seguir, assista aos demais debates disponíveis, e tire suas próprias conclusões com honestidade intelectual, sem justificar as preferências intelectuais: http://www.deusemdebate.com/2010/03/o-argumento-moral-william-lane-craig.html
Despeço-me com uma citação que extraí do livro Always Prepared, e que servirá de reflexão e ajuda para a compreensão da importância de uma origem moral absoluta, para que possamos ser coerentes em nossas crenças sobre o que é certo e errado:
“Como um navegador que começa a se guiar a partir das estrelas para que ele possa navegar à noite, precisamos de alguns pontos fixos pelos quais possamos nos orientar moralmente, algo fora de nós mesmos. A Palavra de Deus como verdade fornece esses pontos fixos de orientação moral. A declaração de Jesus “Tua Palavra é a verdade” (João 17:17) implica a revelação dessa verdade, e se a revelação for possível, absolutos morais são possíveis. Verdade moral não é construída, é revelada; é descoberta e não determinada por um voto da maioria. É autoritária (vem de Deus para nosso próprio bem e felicidade) e não meramente uma questão de preferência pessoal.” (Humberto M. Rasi e Nancy J. Vyhmeister, editores. Always Prepared: Answers to questions about our faith. Ontario, Canadá: Pacific Press Publishing Association, 2012, p. 133).

Um abraço!
[www.leandroquadros.com.br]

O que as vítimas de estupro pensariam das afirmações de alguns ateus?

O que as vítimas de estupro pensariam das afirmações de alguns ateus?

Enquanto concluía uma resposta aos questionamentos de um respeitoso, mas, insensível (aparentemente) ateu, quase não conseguia acreditar que uma pessoa iria tão longe para “justificar” a própria descrença.
Um rapaz que tem participado de alguns debates neste blog afirmou que o estupro é uma questão subjetiva (pessoal). Sim, acredite. Para ele, o estupro pode não ser imoral “se” for praticado em culturas que não encarem esse ato horrendo como um crime.
A resposta dada a ele você poderá ler clicando aqui. Porém, voltemos à afirmação do internauta ateu, de que o estupro “não é uma moral objetiva”.
O que esse ateu ignorou é que, independente da cultura na qual uma mulher se encontre, ela sempre será prejudicada pelo estupro. Em qualquer período da história a mulher se sentirá ferida, humilhada, arrasada psicologicamente. Por isso, não acredito que alguém que tenha tido a terrível experiência de ter na família uma pessoa vítima de estupro, sequer cogite que isso seja uma “moral subjetiva”.
Pergunto-me o que as internautas desse blog pensarão ao ler o argumento desse ateu equivocado. Com base no que ele afirmou, até mesmo o canibalismo deixa de ser imoral “dependendo da cultura” na qual o “alimento” se encontre…
O desespero ateístico é evidente. Se for provado que existe uma moral objetiva, o ateu se verá forçado a provar que não existe um Legislador Moral Objetivo para essa lei moral intrínseca ao ser humano, e que o ajuda a ter noção do que é certo ou errado (Rm 2:14-16), mesmo que não tenha tido contato com a Revelação Escrita, a Bíblia.
Em todas as culturas e em qualquer época, as mulheres sempre foram e sempre serão prejudicadas com o estupro. E isso é uma prova racional a favor da existência de uma lei moral dentro de cada mulher, para ela saber que é errado e doloroso “fazer sexo” de maneira forçada. Mesmo que isso possa ter sido “socialmente aceito”, nunca a mulher deixou de sofrer as consequências desse ato horrendo.
A menos que o ateu que me escreveu tal barbaridade (de que o estupro é “subjetivo”) prove o contrário, ele terá que ser honesto intelectualmente para admitir que há uma lei moral objetiva, e que ela exige a existência de um Legislador Moral Supremo (Is 33:22; Tg 4:12). Sim, Deus tem que existir se você quiser ter base para definir que algo é bom ou mau.
Se Deus não existe como padrão moral objetivo, ateu algum pode justificar nem mesmo a própria bondade. Sendo a moral uma questão “subjetiva” ou “relativa”, que depende de “fatores culturais”, nenhum ateu pode acusar Saddam Hussein de ser ditador e muito menos Bin Laden de ser um homicida, por acreditar que o ato criminoso dele contra os EUA era “moralmente correto”.
A Bíblia dá mais valor à mulher do que o ateísmo
Enquanto que para alguns ateus (não quero acreditar que todos pensem como o internauta que me escreveu) o estupro é uma questão “subjetiva” e “cultural”, para Deus é algo objetivo e grave, que era punido com a pena de morte nos dias do Antigo Testamento (Dt 22:25).
É impressionante o tipo de “hermenêutica” utilizada por ateus para dizer que o Deus da Bíblia é “machista”. Eles não diferenciam aquilo que a Bíblia registra de errado na cultura hebreia (exemplo: poligamia – ver 1Rs 11:1-4) dos princípios que Deus definiu no trato com a mulher, como este que encontramos em Efésios 5:27:
“Da mesma forma, os maridos devem amar cada um a sua mulher como a seu próprio corpo. Quem ama sua mulher, ama a si mesmo(Grifos acrescentados).
O papel da mulher na Bíblia merece mais que um artigo. Por isso, já vou concluir o assunto que me propus a tratar desde o início.
A Bíblia ensina que também o corpo da mulher é o templo do Espírito Santo (1Co 6:19, 20) e que ele é sagrado (1Co 3:16, 17), não importa em qual período da história ela tenha vivido.
Independente da cultura na qual uma mulher se encontre, o estupro sempre será uma afronta a Deus e um crime violento contra a mente e o corpo da vítima.
Percebeu a diferença entre o ateísmo e a Bíblia? Pôde analisar a diferença entre acreditar numa Lei Moral absoluta ou simplesmente crer que a moral é uma questão relativa?
Não tenho dúvidas de que, além de ser obrigada a fazer um tremendo malabarismo intelectual, uma pessoa precisa de muita fé para ser ateu. Com todo o respeito e sem sarcasmo algum, não tenho tanta fé assim.
É mais racional acreditar na existência de um Legislador Moral absoluto do que no acaso cego como ponto de partida da moralidade. Afinal, toda lei tem um autor.

www.leandroquadros.com.br

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Religiosos

Religiosos são mais felizes quando as circunstâncias são ruins
Por em 15.08.2011 as 22:30
Uma nova pesquisa sugere que em sociedades com problemas sociais as pessoas religiosas são mais felizes do que os seus colegas não religiosos. Onde a paz e a abundância são normas, no entanto, a religiosidade é mais baixa, e todas as pessoas são mais felizes – sendo religiosas ou não.
O estudo foi o primeiro a analisar a religião e a sua relação com a felicidade em uma escala global. Foram levantados dados de pessoas de mais de 150 países, que incluíram perguntas sobre filiação religiosa, satisfação com a vida, respeito, apoio social e sentimentos positivos e negativos.
Estudos anteriores sugeriram que as pessoas religiosas tendiam a ser mais felizes do que as não religiosas. As novas descobertas indicam, no entanto, que a religiosidade e a felicidade estão intimamente ligadas às características das sociedades em que as pessoas vivem.
As circunstâncias acabam prevendo a religiosidade. Circunstâncias difíceis levam as pessoas a serem mais religiosas. Em sociedades com menos mazelas sociais, as pessoas religiosas – em menor quantidade – não são as únicas felizes: nessas localidades, todos são mais felizes.
De acordo com os pesquisadores, a religiosidade parece aumentar a felicidade e o bem-estar nas sociedades que não fornecem alimentação adequada, emprego, saúde, segurança e oportunidades educacionais. Além disso, as pessoas religiosas que vivem em sociedades também religiosas têm mais probabilidade de se sentirem respeitadas, receber mais apoio social e serem mais positivas.
Já nas sociedades laicas – que em muitos casos são ricas e têm mais suporte social – as pessoas religiosas e não religiosas relatam bem-estar maior e sentimentos positivos. Surpreendentemente, as pessoas religiosas relataram mais sentimentos negativos do que as não religiosas nessas sociedades.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Nicholas Winton

Nicholas Winton, o herói anônimo da Segunda Guerra
Aqui esta um vídeo que merece nossa atenção.
Assista-o e  imagine o momento em que nós estaremos como as pessoas no vídeo, abraçando o Resgatador, o Salvador de suas vidas.
Pense na situação destas crianças que foram tiradas de suas famílias para serem salvas.
São levadas a lares estranhos onde são tratadas muito bem e desenvolvem um senso de bondade com os outros ao redor.
Quando já de avançada idade, conseguem encontrar o seu reasgatador, o salvador.
Quanta gratidão, quanta emoção ao estarem em frente deste homem que as libertou da morte.
E nós, como será nosso encontro com o nosso Resgatador, o Salvador de nossa vida?
Pense. Reflita.
Vale a pena seguir o nosso Salvador!
Um ótimo Sábado à todos!