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domingo, 12 de agosto de 2012

CALCULOS BILIARES


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FUENTE

Romero, aroma suave que sana….


Romero, aroma suave que sana…


domingo, 9 de outubro de 2011

Extracto de cardo é anti-tumoral

Investigação
Extracto de cardo é anti-tumoral
Investigadores descobriram em laboratório que composto da planta trava proliferação de células malignas.
É indispensável para o apuro do queijo de Serpa, mas as virtudes do cardo estão longe de se esgotar nessa iguaria regional. Como um grupo do Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-Alimentar do Baixo Alentejo e Litoral (CEBAL), de Beja, agora descobriu, o Cynara cardunculus, como lhe chamam os cientistas, também tem importantes propriedades anti-tumorais, travando a proliferação de células mamárias malignas em laboratório. Desenvolver o estudo nesta área é o objectivo da equipa coordenada pela jovem investigadora Fátima Duarte, no CEBAL.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Óleo de coentros pode servir para atacar bactérias

Óleo de coentros pode servir para atacar bactérias
por Lusa    Hoje

O óleo de coentros pode atacar várias bactérias nocivas ao homem, segundo um estudo de investigadores Filomena Silva, Susana Ferreira, João Queiroz e Fernanda Domingues, da Universidade da Beira Interior (UBI).
O estudo, intitulado "Óleo essencial de coentros: a sua actividade anti-bacteriana e modo de acção avaliados por citometria de fluxo", indica, segundo Fernanda Domingues - que liderou o trabalho de investigação -, que o óleo de coentros ataca a membrana que envolve células bacterianas e acaba por
destruí-las.
Esta conclusão sugere que o óleo poderá ter "importantes aplicações em aditivos usados na indústria alimentar e farmacêutica".
A descoberta poderá ajudar a combater a transmissão de doenças através de alimentos, situação que afecta, todos os anos, "até um terço da população dos países desenvolvidos".
A investigadora da UBI acrescenta que "o óleo de coentro poderá também tornar-se numa alternativa natural aos antibióticos comuns".
A utilização em medicamentos poderá assumir a forma de loções ou comprimidos, "para combater infecções bacterianas multi-resistentes que de outra forma não poderiam ser tratadas e, com isto, melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas".
O grupo de investigadores da UBI testou o óleo de coentro em doze estirpes bacterianas, incluindo Escherichia Coli, Salmonella enterica, Bacillus cereus e MRSA.
O óleo de coentro actuou como bactericida para quase todas as bactérias testadas, "à excepção da Bacillus cereus e da Enterococcus faecalis", referiu.
Os resultados do estudo foram publicados, na semana passada, na revista científica Journal of Medical Microbiology.

sábado, 18 de junho de 2011

EQUINÁCEA

EQUINÁCEA
Echinacea angustifolia
Descrição : Planta da família das Asteraceae. Também conhecida como flor-de-cone, púrpura. Seu caule tem entre 30 à 50 centímentros de comprimento e as folhas são lanceoladas, hirsutas, afinando nas pontas, e maiores na base do que no ápice da planta. A rais e o rizoma são afunilados, cilíndricos, lieiramente espiralados, e êm aroma suave e sabor adocicado. É uma planta anual e resitente, que apresenta flores roxas em forma de margarida, com o miolo espinhoso.
Origem : América do Norte.
Partes utilizadas : rais e rizoma.
Princípios Ativos: acetato de bornil, ácido caféico, ácido chicórico, ácidos graxos, alcamídeos, betaina, borneol, cariofileno, cinarina, echinacina, equinacosídeo, inulina, isotussilagina, resina, polialcanos, polissacarídeos, saccarosídeos, tusselagina.
Propriedades medicinais: afrodisíaca, antialérgica, antibiótica, antiinflamatória, antimicrobiana, anti-séptica, estimulante imunológico, depurativa, fortificante, tônico linfático.
Indicações:Câncer, difteria, erisipela, furúnculos, gangrena, hemorróidas, impurezas no sangue, manchas na pele, pele inflamada ou irritada, resfriados, sardas. É útil em casos de dispepsia fermentativa e febres, inclussive febre tifóide, ela atualmente é usada como estimulante do sistema imunológico.
Combinada em partes iguais com verbasco, mirra e açafrã, é um excelente remédio caseiro para infecções por estreptococos.
Contra-indicações/cuidados: Não recomendada para doenças que podem afetar o sistema imunológico, com odiabete, esclerose múltipla, aids, tubrculose, leucemia, lupus eritematoso.
Efeitos colaterais: Pode induzir o excesso de salivação em algumas pessoas e algumas doses podem provocar nauseas e vertigens.
Modo de usar: 200 mg de estrato padronizado em 16 % de polisacarídeos e 4 % de echinacosídeos 2 a 3 vezes ao dia.
A Cura pelas Ervas e Plantas Medicinais Brasileiras - Ricardo Lainetti e Nei R. Seabra de Britto - Editora Ediouro. 1979.
Plantas que Curam - Cheiro de Mato. Sylvio Panizza - IBRASA. 1997.

terça-feira, 29 de março de 2011

Alecrim

Alecrim

Estudos comprovam que a planta ativa a memória e protege o coração contra encrencas
Por Gabriela Zuza / FOTOS: SHUTTERSTOCK
Nomes populares: alecrim, alecrim de jardim, alecrim rosmarino, libanotis, alecrim da horta, alecrimde- cheiro, alecrim-rosmarinho, alecrinzeiro, erva da graça, rosmarino e rozmarim.
 Nome científico: Rosmarinus officinalis
História: a planta é originária da região Mediterrânea (Itália, Grécia e sul e sudeste da Espanha) e cultivada em quase todos os países de clima temperado. Seu nome científico (em latim) significa "orvalho que vem do mar", denominação dada pelos romanos, devido a seu aroma que se destacava em regiões litorâneas. Ela chegou ao Brasil na época da colonização, em meados do século 16, e foi muito bem-aceito pela população que o inseriu em receitas culinárias, na medicina e em cultos religiosos.
Propriedades: possui ação expectorante, diurética, desintoxicante, antifúngica, anticarcinogênica e antiinflamatória. Seus efeitos positivos estão associados à prevenção de males cardiovasculares, hipertensão arterial, diabete e câncer. Tudo por conta de um esquadrão de substâncias que dão um chega pra lá nessas doenças: os taninos eliminam os radicais livres causadores do envelhecimento precoce das células; as saponinas são fitoquímicos que expulsam as toxinas do trato digestório, regulam as taxas de colesterol no sangue e inibem a produção de células cancerígenas; os alcaloides relaxam os músculos da pelve e do abdome, diminuindo as cólicas menstruais; e, por fim, os flavonoides, responsáveis pela redução dos processos inflamatórios, da artrite reumatoide e da perda progressiva da memória relacionada à idade. E, por falar nisso, pesquisadores japoneses descobriram indícios preliminares de que a planta traz benefícios à memória. Os antigos já queimavam a planta em escolas e universidades a fim de inspirar os estudantes.
Quando inalados, os óleos essenciais de alecrim aliviam dores de garganta e congestão pulmonar
Na França, até o século 20, as aromáticas folhas eram colocadas em hospitais para purificar o ar.
Partes consumidas: as folhas são utilizadas para a preparação de chás. As partes floridas são empregadas na produção de óleos essenciais que melhoram a circulação e aliviam dores reumáticas e musculares. É muito comum a inalação do óleo - usado na aromaterapia - para minimizar os sintomas das dores de garganta e congestão pulmonar. A planta também é empregada na composição de cosméticos, pois estimula a pele a produzir mais óleos naturais, evitando o ressecamento. Em xampus, a erva age contra caspas e queda de cabelos.
                                    
Como plantar: o cultivo pode ser feito por meio de mudas em ambientes úmidos. É possível tê-las em casa e em jardineiras. Porém, sua colheita requer muito cuidado: retire-a no início da floração, com o tempo nublado e no período da manhã. Assim, todas as qualidades do alecrim serão preservadas, como seus compostos bioativos.
Contraindicações: se utilizado por um longo período ou em doses excessivas, pode causar irritação renal e gastrointestinal. Não é recomendado para gestantes e pessoas com diarreia.
Pode ser encontrada: em supermercados, farmácias especializadas, casas de plantas medicinais, casas de jardinagem, ervanários, lojas de produtos naturais e em comércios informais, como feiras livres.
Uso culinário: é um excelente aromatizante de carnes, crustáceos, saladas e molhos. A planta deve ser adicionada por inteiro ou picada no final do cozimento, para evitar a evaporação de seus óleos aromáticos. Ela combina com aves, porco, cordeiro, feijões, batatas e tomates.
Fonte: Carolina Malheiro, nutricionista de São Paulo

sábado, 19 de março de 2011

A cura pela babosa!

Benefícios da Babosa
Além de beneficiar a pele e os cabelos, essa planta fortalece o sistema imunológico. Há muitos séculos que civilizações do mundo inteiro consomem a babosa. Suas propriedades curativas são comprovadas pela ciência.É uma planta rica em minerais e vitaminas antioxidantes que evitam o envelhecimento das células.
Tem aminoácidos essenciais e secundários que regeneram e recuperam os tecidos, enzimas que atuam no processo digestivo, acelerando o metabolismo e, portanto, favorece a eliminação das toxinas e do colesterol. Outra substância, a acemannan, ativa o sistema imunológico na defesa contra vírus, bactérias e poluição ambiental.A babosa também apresenta princípios ativos fitoterápicos que penetram na pele, hidratando e nutrindo.
Seus componentes saponínicos e antraquinônicosagem como analgésico e antiinflamatório nas dores de coluna e outras dores. Os agentes alcalinizantes do sangue nela contidos, devido à normalização do PH, promovem equilíbrio fisiológico celular.A FDA (Food and Drug Administration, dos Estados Unidos) admite que o suco da babosa tem no máximo 50ppm de Aloin, pigmento amargo de cor amarela e brilhante que está presente na casca e que deve ser estabilizado para o uso oral e local.
A estabilização significa que a babosa está livre de contaminação por bactérias, fungos e vírus, como conservantes naturais e antioxidantes para proteger sua cor e paladar.Propriedades:Entre as inúmeras qualidades da babosa, destaca-se poderosa ação antipatológica, obtida por meio da estimulação do sistema imunológico, em casos de câncer de origem ionizante e biológico, gastrite e úlcera gástrica e duodenal, hipertensão arterial e problemas cardíacos, obesidade, artrite reumática e gota, artrose e osteoporose, prostatites e infecções ginecológicas, cálculos renais e vesícula biliar, alergias respiratórias como asma e bronquite e problemas dermatológicos como psoríase e aczema.A babosa tem grandes benefícios quando usada externamente.
Em forma de gel, 100% estabilizada, ela é incidaca para queimaduras, feridas incisivas, lesões por infecções bacterianas, eczemas e psoríase. Nesses casos, sua ação ocorre devido à penetração nas três camadas da pele, trazendo células hidratadas e oxigenadas para superfície, e removendo-as. A babosa que contenha elastina, colágeno e óleos essenciais é eficaz para hidratação e regeneração nutricional celular, resultando na perfeita manutenção da jovialidade da pele.
Por causa dessas propriedades, várias civilizações no passado homenagearam a Aloe Vera (a babosa) como dádiva à humanidade.Na Índia, era chamada de cetro divino (as folhas apontam para o céu). Os chineses a chamam de Lu-Hui e a consideram boa para a saúde, longevidade e potência sexual. No Egito, em 1550 a.C., o papyrus ebers detalhava minuciosamente o valor medicinal da Aloe Vera.
O herbário grego, Dioscorides (41-68 d.C.), afirma que a planta pode “induzir ao sono, fortificar o corpo, diminuir a barriga e limpar o estômago”. Na Colômbia, é costume amarrar folhas de babosa nos pés e nas mãos de crianças para proteção contra mordidas de insetos. Tribos africanas, em epidemia de gripe, banhavam-se infusão de babosa para eliminar os germes. Caçadores esfregavam a babosa no corpo para disfarçar o odor da transpiração e passarem despercebidos pelos animais.
A babosa é um fitoterápico cujos benefícios possuem ampla comprovação científica. Seu uso é também extensivo à veterinária.

sábado, 17 de outubro de 2009

Planta medicinal indicada para amenorréia, asma, dores de cabeça, nervosismo, reumatismo, etc

Outros nomes:

Lavanda.

Descrição:

Erva européia, aclimatada no Brasil. Caule estirado. Flores amarelas, violáceas dispostas em círculos. Frutos pequeninos.

Uso Medicinal:

Recomenda-se para os seguintes casos: anúria, amenorréia, apoplexia, asma, afecções do fígado e do baço, blenorragia, cãibras, clorose, dores de cabeça, enxaqueca, escrófulas, gôta, hipocondria, inapetëncia, ecterícia, leucorréia, nervosismo, reumatismo, ventosidades.

Aplica-se cataplasmas quentes, com folhas cozidas, para acalmar as nevralgias e dores reumáticas.

Parte usada:

Toda a planta.

Dose:

Uso interno: 8 gramas para 1 litro de água; 3 a 4 xícaras por dia.

FONTE:

PORTAL NATURAL

http://www.portalnatural.com.br/index.php/vida-saudavel/plantas-medicinais/213-alfazema-lavanda